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Zona do euro

Torneira vai fechar: Banco Central Europeu mantém taxa de juros mas anuncia retirada de estímulos

Um dos maiores Bancos Centrais do mundo sinalizou que passará a comprar ativos em ritmo “moderadamente menor”

Estadão Conteúdo
9 de setembro de 2021
9:56 - atualizado às 10:01
A meta para inflação perseguida pelo BCE este ano é de 2% / Imagem: Shutterstock

O Banco Central Europeu (BCE) decidiu deixar suas taxas de juros inalteradas após reunião de política monetária concluída nesta quinta-feira (09), como se previa. Porém, sinalizou que passará a conduzir compras de ativos de forma mais lenta.

As principais taxas de juros do BCE, a de refinanciamento e a de depósitos, permaneceram em 0% e -0,50%, respectivamente.

Estímulos econômicos do BCE

O Banco também manteve o volume de seu Programa de Compras de Emergência na Pandemia (PEPP, na sigla em inglês) em 1,85 trilhão de euros.

Foi ressaltado em comunicado que "condições favoráveis de financiamento" permitem que as aquisições sejam feitas em ritmo "moderadamente menor" do que nos dois últimos trimestres.

A instituição reiterou que o PEPP poderá não ser totalmente utilizado, no entanto, salientou que também poderá ser "recalibrado", para garantir que as condições de financiamento permaneçam favoráveis.

O BCE também deixou inalterado o tamanho do Programa de Compras de Ativos (APP, na sigla em inglês), em 120 bilhões de euros, a um ritmo mensal de 20 bilhões de euros.

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As compras do APP serão realizadas "pelo tempo que for necessário", reafirmou a autoridade monetária.

Em comunicado, o Banco Central Europeu reafirmou ainda que o período de vigência do PEPP irá "pelo menos" até o fim de março de 2022.

A instituição voltou a afirmar, porém, que as compras do PEPP continuarão até que a crise da covid-19 seja superada.

Em busca da meta

O BCE reafirmou também que os juros básicos vão continuar nos níveis atuais ou menores "até que a meta de inflação de 2%" seja alcançada de forma duradoura.

Logo mais, a partir da 9h30 (de Brasília), a presidente do BCE, Christine Lagarde, comenta a decisão desta quinta-feira em coletiva de imprensa.

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