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Estadão Conteúdo
questão para os novos acionistas

Ingresso da Eletrobras no novo mercado da B3 não ocorrerá junto com privatização, diz CEO da estatal

Mudanças na estrutura da empresa também devem ser decididas após a venda do controle da União, no início do ano que vem

Estadão Conteúdo
14 de julho de 2021
19:24 - atualizado às 19:25
Rodrigo Limp, CEO Eletrobras
CEO da Eletrobras, Rodrigo Limp, está otimista com o andamento da capitalização - Imagem: Flickr/ Ministério de Minas e Energia

A Eletrobras poderá ingressar no novo mercado da B3 após a capitalização da empresa, mas isso não deverá acontecer junto com a desestatização, segundo o presidente da estatal elétrica, Rodrigo Limp.

Mudanças na estrutura da empresa também devem ser decididas após a venda do controle da União, no início do ano que vem.

"Os novos acionistas poderão discutir a estrutura mais eficiente da empresa. Hoje, a premissa é racionalizar as participações acionárias da Eletrobras, reduzi-las. Existe a possibilidade dessa redução continuar no próximo ano", afirmou Limp, em evento virtual promovido pela agência de notícias especializadas Canal Energia.

Segundo o executivo, não há perspectiva de as grandes empresas controladas pela estatal serem desmembradas da controladora após a capitalização.

Da mesma forma, a Eletrobras deve manter participação acionária na Eletronuclear. Mas o modelo de como isso vai acontecer ainda não está definido. As obras e contratações da usina nuclear Angra 3 não serão interrompidas.

O plano de investimento para o período de 2022 a 2026 está sendo elaborado e já considera a capitalização da empresa, segundo Limp.

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Com a venda do controle da União, é projetado um orçamento de R$ 200 milhões nos cinco anos, praticamente o dobro do que seria investido sem a capitalização.

O aumento do orçamento, no entanto, deverá ser gradual e não deve ser tão evidente no próximo ano. Limp afirmou ainda que a companhia continua aberta a novos negócios e que não descarta a participação em novos leilões.

O avanço nos segmentos de renováveis, de comercialização e no mercado livre estão no radar.

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