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Renan Sousa

Renan Sousa

É repórter do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP) e já passou pela Editora Globo e SpaceMoney.

MERCADOS HOJE

Ibovespa testa os 120 mil pontos e dólar cai com alívio político

Depois de dissipadas as preocupações com a interferência na Petrobras, ministro e presidente animam o índice

Renan Sousa
Renan Sousa
5 de fevereiro de 2021
10:43 - atualizado às 17:05
Gráfico de alta com homem sobre avião de papel
Imagem: Shutterstock

A divulgação dos dados de mercado de trabalho dos Estados Unidos, o payroll, embora abaixo do estimado, impulsiona os mercados internacionais nesta sexta-feira (5). No Brasil, a bolsa brasileira ganha fôlego também com uma melhora do ambiente político.

Por volta das 17h, o Ibovespa operava em alta de 0,59%, aos 119.966,22 pontos - depois de passar grande parte do dia a 120 mil pontos -, seguindo a onda de otimismo com possíveis estímulos nos Estados Unidos. Já o dólar caía 0,85%, a R$ 5,3810 - mas chegou a recuar mais de 1%.

Fator Brasília

Além da alta vinda dos Estados Unidos, as falas do presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes, dissiparam a preocupação de interferência na Petrobras que surgiu ontem no mercado em uma reunião ao vivo mais cedo.

A reunião entre Bolsonaro e o CEO da Petrobras, Roberto Castello Branco, deu um sinal positivo ao mercado. Segundo Castello Branco, "governo nunca interferiu" na estatal e afirmou que os preços de combustíveis são ditados pela demanda global.

Além disso, o presidente da república afirmou que a mudança no ICMS não irá afetar a arrecadação dos estados. O governo federal está em busca de alternativas para a tributação dos combustíveis e o imposto estatal entrou na pauta do presidente.

Essa declaração aliviou os investidores e as ações da empresa hoje, após uma queda de quase 2% ontem após a declaração de Bolsonaro.

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Além disso, discussão do auxílio emergencial segue na pauta e o ministro da Economia, Paulo Guedes, está buscando uma ajuda mais enxuta para 32 milhões de brasileiros para manter o orçamento dentro do marco fiscal.

Recuperação à vista?

Indicador econômico mais aguardado desta sexta-feira (5), o payroll mostrou que foram criadas 49 mil novas vagas em janeiro, o que reduziu a taxa de desemprego para 6,3%.

Ainda assim, o desempenho veio abaixo do esperado pela maioria dos economistas (50 mil postos de trabalho). E, para piorar, os dados de dezembro, que já mostraram fechamento de postos de trabalho, foram revisados negativamente.

O que deveria ser notícia ruim está animando os mercados, porque essa situação permitiria ao Federal Reserve (Fed, o banco central americano) manter os estímulos fiscais por mais tempo e abre caminho para votação do pacote trilionário de estímulos de Joe Biden. No começo da tarde, em coletiva, o presidente americano voltou a expressar a sua pressa pela aprovação do pacote e novas medidas para fortalecer a economia.

Em Wall Street, as bolsas americanas reagem com otimismo e ganharam ainda mais impulso com as falas de Biden.

De olho na covid-19

A flexibilização das demandas necessárias para liberação de uma vacina também anima a Bolsa.

Isso abre caminho para o uso do imunizante russo Sputnik V na Campanha Nacional de Vacinação. O governo já negocia a compra de 30 milhões de doses dessa vacina, que aponta bons dados de eficácia com uma única dose.

Maiores altas

As mineradoras e siderúrgicas voltam a aparecer entre as maiores altas do dia, após o minério de ferro voltar a subir na China.

CÓDIGONOMEVALORVARIAÇÃO
CSNA3CSN ONR$ 32,71 5,18%
GGBR4Gerdau PNR$ 24,07 3,79%
USIM5Usiminas PNAR$ 13,64 3,73%
GOAU4Metalúrgica Gerdau PNR$ 10,98 3,39%
PETR4Petrobras PNR$ 29,72 3,12%

Maiores baixas

A Braskem cai após dias seguidos de alta e o anúncio anúncio de seguir com uma zona de produção de matéria prima para PVC que afetou os moradores da região de Maceió:

CÓDIGONOMEVALORVARIAÇÃO
BRKM5Braskem PNAR$ 28,99 -2,42%
CYRE3Cyrela ONR$ 27,26 -2,15%
IRBR3IRB ONR$ 7,01 -1,54%
BTOW3B2W ONR$ 85,04 -1,51%
MRVE3MRV ONR$ 19,73 -1,25%

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