Banco Central da China promete manter política monetária ‘normal’, mesmo com crise do mercado imobiliário e cortes de energia
China enfrenta crescentes obstáculos, como a desaceleração do setor imobiliário, cortes no fornecimento de energia e surtos de covid-19

A China vai manter uma política monetária "normal" pelo tempo que for possível e não tem necessidade de comprar ativos, como fazem vários bancos centrais do Ocidente, segundo o presidente do Banco do Povo da China (PBoC, o BC chinês), Yi Gang. Em artigo publicado nesta terça-feira (28), Yi diz que o potencial de crescimento da China deverá ficar entre 5% e 6%, o que, segundo ele, garantirá as condições para que o PBoC siga implementando uma política monetária normal.
Os comentários de Yi vêm num momento em que a China enfrenta crescentes obstáculos, como a desaceleração do setor imobiliário, como o caso de Evergrande, cortes no fornecimento de energia e surtos de covid-19. Esses fatores estão levando analistas a cortar projeções de crescimento para a China e a prever que Pequim irá relaxar suas políticas para sustentar a economia.
Ainda no artigo, Yi comenta que as taxas de juros de economias ocidentais vêm caindo, chegando a níveis próximos de zero ou até negativos em muitos países. Yi também recomendou cautela aos BCs no momento de implementar programas de compras de ativos. Quando necessárias, ele sugere que as compras tenham escopo limitado e sejam conduzidas por um período reduzido.
*Com informações do Dow Jones Newswires
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