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Felipe Saturnino

Felipe Saturnino

Graduado em Jornalismo pela USP, passou pelas redações de Bloomberg e Estadão.

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Onde investir em 2021: bolsa deve renovar recordes com vacinação, retomada da economia e juros baixos

Mas isso não significa vida fácil para o investidor. Para gestores, ações ligadas a commodities e e-commerce saltam aos olhos; já os bancos continuarão a ter ano difícil e “redenção dos humilhados” pela crise é posta em xeque

Felipe Saturnino
Felipe Saturnino
4 de janeiro de 2021
5:52 - atualizado às 10:08
Onde Investir 2021 Bolsa
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Contrariando as visões cautelosas (que eram muitas), o Ibovespa não apenas encerrou 2020 em uma nota positiva como também chegou a renovar o recorde intraday. Mas será que em 2021 a bolsa poderá sonhar com voos maiores? Pelo que dizem analistas e gestores, sim.

Abatida em pleno voo por uma pandemia secular e seus impactos gigantescos na economia global e nos mercados, a bolsa brasileira chegou a desabar 30% em março.

O principal índice de ações da B3 levou 10 meses para voltar a ficar no terreno dos ganhos, na recuperação mais rápida depois de uma crise dessa magnitude.

Quem investiu em ações no último dia de 2019 e manteve o dinheiro ao longo de todo o ano obteve um retorno de 3% — acima do CDI, o indicador de referência das aplicações de renda fixa.

Embora tenha escapado de uma catástrofe, a bolsa brasileira ficou para trás dos mercados internacionais, em particular os índices de Wall Street, que renovaram as suas máximas de fechamento com alguma frequência durante 2020. O que esperar agora?

Este texto faz parte de uma série especial do Seu Dinheiro sobre onde investir em 2021. Eis a lista completa:

Leia Também

  • Ações (você está aqui)
  • Dólar e ouro (disponível em 5/1)
  • Renda fixa (disponível em 6/1)
  • Imóveis (disponível em 7/1)
  • Criptomoedas (disponível em 8/1)
  • Fundos imobiliários (disponível em 10/1)

Em 2021, a tendência é que a trajetória do índice seja mais linear — e positiva. O Bank of America, por exemplo, prevê que o Ibovespa termine 2021 aos 130 mil pontos. O mais notável é que o banco disse que, com essa estimativa, ainda estava sendo conservador.

A XP Investimentos também seguiu essa toada e, em sua projeção feita em dezembro, também projetou o índice em 130 mil pontos ao fim deste ano.

Não é que os riscos não existam (inclusive o "risco coronavírus" ainda está por aí, embora reduzido), mas o Ibovespa não deve passar por novas quedas abruptas como vimos ano passado, com direito a "circuit breakers" a granel. O risco fiscal e político, claro, continua no radar, com a expectativa de reformas por parte dos mercados devendo fazer preço ao longo dos próximos meses.

Ainda assim, a projeção é que o principal índice da bolsa possa enfrentar menos resistências para atingir novos picos.

Deste modo, tal o seu antecessor, 2021 deverá fazer presença nos livros de história sobre o nosso mercado de ações, registrando novos topos. Só não espere um desempenho avassalador logo de cara.

"Para ir bem acima dos 120 mil ainda no primeiro trimestre, precisaremos que a grana dos gringos continue entrando, porque os locais já estão posicionados", diz Alvaro Bandeira, sócio e economista-chefe do banco digital modalmais. "E para os estrangeiros ficarem aqui, vamos precisar aprovar reformas e fazer ajuste fiscal."

3 razões macro para o otimismo com a bolsa

Dólar real câmbio
Liquidez é um dos determinantes positivos para o 2021 dos mercados acionários globais

Há uma trinca de fatores macroeconômicos que guia a percepção de que este ano será positivo para os investimentos em bolsa, para analistas e gestores de renda variável.

O primeiro deles, e que já tem surtido efeito, refere-se à vacinação contra o coronavírus. Este, aliás, pode ser enumerado como um ingrediente fundamental para o retorno do Ibovespa aos patamares atuais. Por aqui, já ouvimos de gestor graúdo que a vacinação é importante para segurar os gringos na B3.

Na semana passada, o Ministério da Saúde informou que a vacinação, em um cenário otimista, poderá se iniciar no país em 20 de janeiro. Na pior das hipóteses, a vacinação no Brasil poderá ocorrer a partir de 10 de fevereiro.

A operação de resgate dos bancos centrais do mundo inteiro também é outro componente chave para as bolsas de valores. Uma liquidez tão abundante é inédita, já que a crise teve dimensões desproporcionais (soluções radicais para problemas radicais, não é mesmo?).

Essa disponibilidade de recursos deve continuar a atrair os investidores para a tomada de risco. Afinal, a garantia de que os BCs continuarão a dar suporte às economias e os juros nas mínimas históricas em praticamente todo o mundo aliviam um eventual estresse dos agentes financeiros.

Do ponto de vista global — e para o Brasil isso é especialmente verdadeiro —, os juros baixos estimulam a continuidade de migração de ativos da renda fixa para renda variável. Vide o enorme crescimento do número de pessoas físicas na bolsa brasileira ao longo de 2020: este fenômeno só deve se intensificar.

Mas, afinal, se a bolsa promete ser uma boa opção de investimento em 2021, quais ações e setores ter na carteira?

As varejistas de comércio eletrônico vão continuar a bombar como em 2020? A vida dos bancos ainda estará difícil? E as empresas aéreas, estão baratas ou ainda muito arriscadas? Leia agora o que o Seu Dinheiro ouviu sobre investimentos na bolsa ao longo de 2021.

Commodities seguem atrativas

Petróleo mercados Ibovespa dólar
Recuperação da demanda tem puxado preços do petróleo, aliada à extensão do corte de produção da Opep+; dólar ajuda setor

As ações ligadas a commodities foram bem em 2020 na bolsa, surpreendendo as cautelas relacionadas à recessão global geradas pela pandemia de coronavírus.

Para isto, basta ver a maior alta da carteira do Ibovespa: a ação da CSN saltou 125% no ano passado. Outro papel do setor, o da siderúrgica Usiminas, disparou 55%, enquanto o da Gerdau subiu 25% — nós explicamos aqui as razões específicas que chamam a atenção dos investidores para esses papéis, mas, em síntese, a taxa de câmbio e a retomada da China e interna sustentam o otimismo.

“Gostamos do setor de commodities em geral porque o dólar no atual patamar ainda é muito benéfico a essas empresas”, diz Renato Ometto, sócio e responsável pela área de renda variável da Mauá Capital.

A recuperação chinesa, a segunda maior economia do mundo, é a força por trás da alta dos preços da cadeia de commodities, que são cotadas pela moeda americana no mercado internacional.

A alta do minério de ferro negociado no porto de Qingdao, na China, demonstra o impulso vindo da demanda do gigante asiático — o preço do minério avançou mais de 80% no ano passado.

Uma das ações citadas pelo gestor da Mauá é exatamente uma mineradora: a Vale (VALE3), cuja ação registrou ganhos de 70% no ano.

Também guiado pela demanda chinesa, o mercado de papel e celulose continua aquecido, o que continua a fazer ações de grandes exportadoras como Suzano (SUZB3) e Klabin (KLBN4) atrativos na análise de gestores. Além disso, a demanda interna por embalagens, por exemplo, favorece especialmente a Klabin.

A Associação Brasileira de Papelão Ondulado (ABPO) já anotou uma expansão de 10% na expedição de caixas de papelão ondulado no terceiro trimestre, em comparação ao mesmo período de 2019.

“A Klabin possui diversos caminhos de crescimento”, escreveram em relatório os analistas Leandro Correa e Caio Greiner, do BTG Pactual. Referindo-se ao "investor day" da empresa no início de dezembro, eles destacaram os planos de negócios para o Eukaliner — novo papel para embalagem da Klabin —, papel cartão, fluff e fibra longa — dois tipos de celulose — e vendas de crédito de carbono.

Se o assunto é commodities, é claro que a Petrobras (PETR3 e PETR4) não pode ficar de fora.

Os altos e baixos do Brent em 2020. Fonte: Investing.com

A perspectiva de continuidade de venda de ativos da estatal para aperfeiçoar a alocação de recursos e o foco na exploração e produção de petróleo em águas profundas, saindo dos negócios de distribuição e transporte de gás, agrada aos profissionais do mercado.

E o contexto de recuperação do petróleo com o advento de uma vacina torna o papel ainda mais atrativo, em meio ao prolongamento dos cortes de produção dos países da Opep+. Isso, é claro, se os países produtores não voltarem a se desentender como ocorreu no ano passado.

Ainda assim, há uma folga para um repique do combustível fóssil: os contratos futuros para o petróleo de barril de tipo Brent fecharam o ano cotados a US$ 51,50, após terem iniciado o ano acima de US$ 66.

“O consumo de combustível diminuiu com a pandemia e tem espaço para se recuperar”, diz Jorge Oliveira, sócio e gestor de ações da BlueLine Asset Management. “E a mentalidade da empresa mudou: a Petrobras não quer ser mais a maior exploradora de petróleo do mundo, ela quer se dedicar àquilo em que ela é boa. Tem uma boa história de potencial de alta aí.”

Recentemente, a Petrobras vendeu 12 campos terrestres para exploração e produção em campos terrestres na Bahia, em linha com a estratégia de foco de negócio e otimização de capital.

E-commerce continua muito bem, obrigado — mas não espere um novo boom

compra online e-commerce
Após ano estelar, a tendência é de desaceleração; preços mais baixos após rotação setorial podem ser oportunidade

A pandemia provocou uma verdadeira reviravolta nos hábitos de consumos das pessoas.

O "stay at home", forçado pelas medidas de isolamento social que visavam à redução da circulação do Sars-Cov-2, não apenas atraiu um contingente enorme de consumidores para as plataformas digitais do varejo — os números mostram também que o brilhante futuro do e-commerce chegou mais cedo do que se esperava.

A pandemia provocou um volume de vendas no primeiro semestre de 2020 que somente deveria ter sido alcançado após o ano de 2023, conforme destacou nosso colunista Ruy Hungria.

E a cotação das ações de empresas do varejo digital na bolsa demonstram as consequências disso: um incrível desempenho do segmento no ano que passou. Magazine Luiza (MGLU3) subiu mais de 100% — a terceira maior alta do Ibovespa no ano —, Via Varejo (VVAR3), 50%, e B2W (BTOW3), 20%.

Um 2021 assim tão brilhante é realmente improvável. Mas isso não significa nem um pouquinho que as coisas devam azedar. A projeção da Ebit/Nielsen para o ano é de um avanço de quase 30% no volume bruto de mercadorias (o GMV, métrica usada para calcular as vendas em plataformas digitais) na base anual, para R$ 110 bilhões.

Em 2020, o GMV deve crescer 60%, para R$ 144 bilhões — demonstrando uma desaceleração no crescimento do comércio eletrônico.

“Houve uma antecipação de comportamento sobre o e-commerce com a pandemia e a tendência agora é que haja um certo retorno aos padrões anteriores de consumo”, diz Matheus Tarzia, sócio da Neo Investimentos, que destaca, ainda assim, a possibilidade de penetração cada vez maior desse mercado.

O gestor vê com bons olhos o plano do Magalu de continuar a expandir o seu ecossistema, após uma série de aquisições neste ano com função de complementar a atuação do lado do consumidor ou do vendedor.

Tarzia destaca que a mais importante delas recentemente foi a Netshoes, fechada em 2019 pela bagatela de US$ 115 milhões — e cujo "aniversário" repercutimos aqui.

“O e-commerce cresceu muito, mas o Magalu cresceu mais do que o segmento. Ela conseguiu ganhar market share em um mercado em expansão” — Matheus Tarzia, sócio da Neo Investimentos

Esse ganho, segundo a própria varejista, deveu-se ao desempenho do aplicativo do Magalu, que teve 30 milhões de usuários mensais ativos no terceiro trimestre, de acordo com release dos resultados mais recentes.

Em dezembro, o Goldman Sachs apontou que o Mercado Livre ainda era seu favorito nesse mercado. O papel do Magalu, por sua vez, também recebeu recomendação de compra pelo banco, em razão do rápido ganho de escala de seu marketplace, além da implementação gradual de cross-docking e das campanhas de digitalização para varejistas menores.

Para Oliveira, da BlueLine, as ações de comércio eletrônico estão muito baratas em relação às boas perspectivas para 2021, depois que sofreram o impacto da rotação de carteiras — fenômeno em que os investidores passaram a comprar mais papéis da" velha economia" e venderam de setores "mais tecnológicos" e associados ao impulso da digitalização.

A XP, por exemplo, possui uma projeção muito otimista para 2021 em relação à Via Varejo: o preço-alvo para o papel é de R$ 28, um potencial de alta de aproximadamente 70% em relação aos níveis atuais.

Juro deve ajudar construtoras; bancos ainda chamam atenção, apesar das dificuldades

Bancos Dinossauros - Santander - Itaú - Banco do Brasil BB - Bradesco
Bancos enfrentam ambiente competitivo e gestores não veem cenário de longo prazo com otimismo, mas lucros devem voltar a crescer em 2021

O setor de construção civil foi um que, em meio à crise, viu diante de si uma oportunidade: os juros baixos e a alta nas vendas fez com que o número de lançamentos de imóveis superasse o de 2019.

A Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias) apontou que, em outubro, os lançamentos se expandiram 85,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

No trimestre móvel que compreende agosto, setembro e outubro, esse indicador avançou 23% na mesma base de comparação. Nos últimos 12 meses até outubro, as unidades lançadas cresceram 6%.

A Cyrela, a maior construtora do Brasil em valor de mercado (R$ 11,8 bilhões), que está no Ibovespa, apontou em seus resultados do terceiro trimestre que, nos primeiros nove meses de 2020, lançamentos cresceram 5% em relação ao mesmo período de 2019.

Ainda assim, o desempenho das ações do setor de um modo geral não foi positivo. O IMOB, índice da B3 que reúne os papéis das incorporadoras na bolsa, acumulou queda de 25% em 2020.

“As construtoras estavam em um período ruim com o crescimento de estoques, mas agora a tendência é positiva com juros mais baixos por mais tempo", diz Igor Cavaca, analista da Warren.

As ações dos grandes bancos também ficaram entre os destaques negativos na bolsa em 2020. Mas tendência de expansão do crédito em uma economia ainda em lento ritmo de recuperação deve ajudar o setor ao longo de 2021, após o baque da crise do coronavírus que levou a despesas bilionárias com provisões para calotes.

Desempenho dos grandes bancos em 2020

CÓDIGOEMPRESAPREÇO (R$)VARIAÇÃO
SANB11Santander Brasil 44,83 -3,61%
ITUB4Itaú Unibanco PN           31,63-11,45%
BBDC4Bradesco PN           27,14-15,53%
BBDC3Bradesco ON           24,20-20,03%
BBAS3Banco do Brasil ON           38,80-24,04%

Um ambiente duramente competitivo com as fintechs ganhando terreno, de outro lado, impõe desafios ao setor. "Isso deixa a vida deles mais difícil para os próximos anos, sem dúvida", diz Tarzia, da Neo Investimentos. "Mas eles são grandes e também estão se digitalizando, fechando as suas agências, o que diminui custo."

Segundo o gestor, a perspectiva para o setor não é "tão boa" a longo prazo com o acirramento da competição, ainda que, para o ano que vem, deva haver uma melhora nos resultados operacionais na comparação anual.

Para Ometto, da Mauá, os bancos não deixaram, nem de longe, de ser um mau negócio. Só não espere um salto nas ações. "Depois de 2020, os lucros devem crescer, mas não tanto. São ativos ainda assim de grande liquidez e que podem pagar dividendos altos."

Ele destaca que a gestora tem posições em bancos "não-convencionais", como BTG Pactual (BPAC11) e Inter (BIDI4 e BIDI11), pela digitalização desses negócios, mas que, em agosto e setembro, fez apostas em Bradesco (BBDC4) e Banco do Brasil (BBAS3) diante da grande desvalorização que os papéis sofreram no ano.

“Os bancos no Brasil estão ridiculamente baratos em relação aos seus preços históricos, mesmo que os seus retornos sobre o patrimônio não sejam nos próximos cinco anos tão bons quanto foram nos últimos cinco” — Jorge Oliveira, BlueLine Asset Management

Aéreas e shoppings: retomada à vista com riscos ponderáveis

Fachada do Barra Shopping, um dos shoppings da Multiplan
A perspectiva é de alívio para o setor de shoppings depois de um ano difícil; ainda assim, covid-19 e recuperação da economia são desafios

As ações de empresas aéreas Azul (AZUL4) e Gol (GOLL4) terminaram entre as dez maiores quedas do Ibovespa no ano, refletindo as perspectivas negativas para o setor com a pandemia.

Afinal, o tráfego aéreo caiu drasticamente com as medidas de isolamento social e a alta do dólar pesou sobre os custos dessas companhias, que precisaram de socorro do governo para sobreviverem — além de terem realizado demissões e outros tipos de cortes de custo.

Efeitos similares da covid-19 foram observados nos papéis da fabricante de aeronaves Embraer (EMBR3) — que ainda por cima viu o noivado entusiasmante com a Boeing se transformar em divórcio litigioso — e, também, nos da rede de agência de viagens CVC (CVCB3).

No fim de 2020, é verdade que esses papéis começaram a apontar uma recuperação na bolsa com a eficácia das vacinas e o cenário de alguma volta à normalidade da economia se tornando mais concreto.

Mas riscos-chave da reestruturação das operações ainda pesam na avaliação dos especialistas, como a moeda americana em um patamar ainda alto em relação ao real e a alta dos preços do petróleo.

"Com a ajuda do governo, vimos que as aéreas não vão quebrar e que as empresas passaram a gerar caixa em dezembro", diz Ometto, citando o desempenho da Gol. "Ainda assim, há muitas incertezas sobre a reconstrução da malha aérea e o estado da demanda por viagens aéreas", diz ele.

Cavaca, da Warren, aponta mais otimismo com as aéreas, em meio a um cenário com vacinação implementada e mais margem para gastos das pessoas com viagem e lazer. Nessa linha, ele enxerga um ambiente de recuperação para o setor.

O mesmo raciocínio, diz o analista da Warren, vale para o setor de shopping centers, que ainda possui grande espaço para recuperação na bolsa.

"Se 2021 não vai ser tão maravilhoso assim para e-commerce, tem a ver também com o espaço de recuperação que há para lojas físicas e shoppings", diz Oliveira, da BlueLine. "Os riscos estão aí para essas empresas, mas acho que os hábitos de consumo vão ficar em algum lugar no meio do caminho, entre o físico e o digital."

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