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Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

FECHAMENTO

Ibovespa dá folga para o pessimismo e pega carona no recorde triplo de NY; bolsa sobe forte e dólar cai a R$ 5,17

O ambiente positivo no exterior ajudou o movimento de correção do Ibovespa. O setor bancário e o de commodities puxaram o bom desempenho do índice

Jasmine Olga
Jasmine Olga
12 de julho de 2021
18:29 - atualizado às 19:12
Carinha otimista tenta influenciar o pessimismo do mercado

A semana, que promete ser agitada, começou com o apetite por risco renovado no Brasil — e no exterior. Depois da pausa nos negócios na última sexta-feira (09) para a celebração do feriado paulista de 9 de julho, hoje foi dia de o Ibovespa correr atrás do tempo perdido e se ajustar ao movimento visto no exterior enquanto a B3 estava fechada.

O noticiário político que tanto assombrou os mercados na última semana não melhorou, mas também não piorou, o que trouxe mais tranquilidade para os investidores irem às compras. Também trouxe otimismo a notícia de que o presidente da Câmara, Arthur Lira, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, estão próximos de um acordo para um texto mais amigável ao mercado para a proposta de reforma do IR.

Wall Street também deu um empurrão extra, e a semana começou com recorde triplo. Na expectativa pelos primeiros balanços do segundo trimestre e novos dados da inflação americana, as bolsas em Nova York tiveram um dia de ganhos moderados. O Dow Jones subiu 0,36%, o S&P 500 teve alta de 0,35% e o Nasdaq avançou 0,21%.

Com os investidores tirando o atraso e o cenário mais favorável durante toda a sessão, o setor bancário e as siderúrgicas patrocinaram um dia de forte alta para a bolsa brasileira. O Ibovespa fechou o dia com um avanço de 1,73%, aos 127.593 pontos. 

O dólar à vista mostrou um pouco mais de instabilidade. A moeda americana chegou a abrir o dia em alta, mas se acomodou em forte queda com um grande fluxo de entrada de investimentos estrangeiros e a valorização dos Treasuries antes da divulgação dos novos dados de inflação, que acontecem amanhã. Com isso, a divisa terminou o dia em queda de 1,25%, a R$ 5,1740.

O alívio no câmbio chegou a puxar para baixo os juros futuros, mas a tendência não se manteve. O movimento acompanhou as declarações de Bruno Serra, diretor de Política Monetária do Banco Central. Em evento, Serra afirmou que o BC está comprometido com o centro da meta de inflação para 2022, mas deixou no ar o tamanho da atuação da instituição na próxima reunião, dizendo apenas que o balanço de riscos segue pressionado pelo risco fiscal. Confira as taxas do dia:

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  • Janeiro/22: estável em 5,81%
  • Janeiro/23: de 7,29% para 7,32%
  • Janeiro/25: de 8,30% para 8,37%
  • Janeiro/27: de 8,70% para 8,77%

Os riscos no radar

O dia pode ter sido positivo, mas os investidores vão encarar uma série de incertezas nos próximos dias. O ambiente político segue conturbado, refletindo a repercussão das denúncias feitas pela CPI da covid-19 e a discussão em torno da proposta de reforma tributária que mexe com as regras do imposto de renda.

O texto ainda está longe de ser bem aceito pelo mercado, ainda que Guedes e Lira pareçam ter entrado em acordo para tentar desfazer os incômodos com a pauta. 

A vacinação no país anima, mas nem por isso a covid-19 deixa de ser um problema. Os investidores pesam mais uma vez o avanço da nova variante do coronavírus - a delta - e o seu possível impacto negativo nas principais economias do globo. 

Além disso, a decisão da China de ampliar o grau de estímulo monetário na economia traz preocupação com uma possível desaceleração da recuperação, fazendo com que os investidores antecipem uma cautela maior também em relação a outros países, monitorando os movimentos dos Bancos Centrais. O BC europeu deve divulgar dentro de 10 dias um novo documento sobre as medidas tomadas pela instituição. Nos EUA, os dados de inflação são acompanhados de perto. 

Sobe e desce

A aceleração da vacinação no estado de São Paulo e também em diversas outras regiões do país renova a expectativa para a retomada da economia brasileira, animando as empresas ligadas ao consumo e ao turismo.

O principal destaque do dia foi a Embraer, que subiu quase 8% após a confirmação do pedido da Porter Airlines de até 30 jatos E195-E2 e a compra de mais 50 aeronaves, pelo valor de US$ 5,82 bilhões.

A Cosan se destacou após notícias de que o governo de São Paulo deve propor uma renovação antecipada da concessão de 20 anos da Comgás, subsidiária da companhia. 

Já a JHSF teve forte alta após divulgar prévias operacionais animadoras do segundo trimestre. Confira as maiores altas do dia:

CÓDIGONOMEVALORVAR
EMBR3Embraer ONR$ 19,667,96%
CVCB3CVC ONR$ 27,357,25%
CSAN3Cosan ONR$ 26,206,29%
CSNA3CSN ONR$ 46,806,15%
JHSF3JHSF ONR$ 7,295,19%

Hoje também foi dia de estreia na B3, com o início da negociação das ações da 3tentos Agroindustrial (TTEN3). Os papéis da companhia de infraestrutura de processamento e venda de grãos chegaram a subir mais de 4% pela manhã, mas viraram para queda na parte da tarde, fechando em baixa de 1,22%.

Em dia amplamente positivo para a bolsa brasileira, apenas seis papéis recuaram no Ibovespa. Confira as maiores quedas:

CÓDIGONOMEVALORVARIAÇÃO
CRFB3Carrefour Brasil ONR$ 20,55-1,06%
MRFG3Marfrig ONR$ 18,73-0,95%
PRIO3PetroRio ONR$ 19,41-0,87%
SUZB3Suzano ONR$ 60,46-0,85%
VVAR3Via Varejo ONR$ 14,78-0,47%

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