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Caio Nascimento

Caio Nascimento

É repórter do Seu Dinheiro. Jornalista formado pela Universidade de São Paulo (USP) e com passagens pelo Estadão e Jornal da USP.

Análise de MGLU3

Ações do Magazine Luiza (MGLU3) viraram pó? Analista enxerga alta de até 200% nos próximos 2 anos e explica como se proteger da queda

Responsável por carteira de ações com 125% de lucro em 2021, enquanto o Ibovespa derrete 15%, analista com 26 anos de mercado e vê perspectivas positivas para os papéis do Magalu; entenda o que está acontecendo, como se proteger da queda e o que esperar do futuro

Caio Nascimento
Caio Nascimento
20 de dezembro de 2021
17:30 - atualizado às 17:34
Fachada de loja do Magazine Luiza (MGLU3), um dos grandes players de varejo da bolsa, junto com Via (VIIA3) e Americanas (AMER3)
Imagem: Shutterstock

“As ações do Magazine Luiza (MGLU3) não servem nem de papel higiênico. Viraram pó”. Foi essa a mensagem que recebi de um leitor irritado com a queda de 75% da ação em 2021. Afinal, as expectativas eram altas com os papéis da varejista no começo do ano, com a tese de reabertura econômica no 2º semestre do ano como um dos motores para as ações engatarem. 

Acontece, porém, que essa tese fracassou - pelo menos por ora. A  inflação, perda de renda do brasileiro, desvalorização do real e competição de varejistas internacionais pressionaram MGLU3 e seus pares para baixo. Afinal, esse combo fez com que Magalu encontrasse dificuldades para repassar os custos de seus produtos para o consumidor final, prejudicando suas margens.

Para você ter uma ideia, o lucro líquido ajustado reportado no balanço do 3º trimestre deste ano foi de R$ 22,6 milhões, uma queda de 89,5% em relação ao mesmo período de 2020. A Via, por sua vez, teve um prejuízo líquido de R$ 648 milhões na mesma data-base. 

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Como se não bastasse, a PEC dos Precatórios e a alta da inflação atingiram a bolsa em cheio, afetando as ações: da sua máxima histórica de 130 mil pontos, em junho, o Ibovespa derreteu 11%. 

Um outro fator que pode explicar a queda é a análise de topos e fundos, da Teoria de Dow. Você pode conferir no vídeo abaixo, no qual também vai entender a perspectiva de alta da ação do médio ao longo prazo

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Mas, se preferir, pode também seguir comigo abaixo para entender como essa teoria afeta as ações e saber o que esperar de MGLU3 daqui em diante.

Há luz no fim do túnel para MGLU3 quando falamos em médio e longo prazo…

Antes de você entender os fundamentos que podem salvar as ações do Magalu, lembre-se: não seja ganancioso. Em momentos de alta ou baixa, é importante diversificar sua carteira. Deixar 10% do seu patrimônio numa única ação ou num único setor, por exemplo, pode ser loucura a depender da sua tolerância de risco. O mesmo vale para criptomoedas, fundos imobiliários e afins. 

Dito isso, Rogério Araújo - head educacional da Vitreo e responsável por uma carteira de ações que acumula alta de 125% no ano - avalia que MGLU3 pode subir 200% nos próximos 2 anos (médio prazo)

Afinal, apesar de a situação econômica do Brasil estar ruim, os bons fundamentos da varejista se mantêm: ela segue sendo líder brasileira do segmento, com aquisições estratégicas no ramo de conteúdo, delivery, moda e tecnologia, que a coloca à frente de seus concorrentes. 

Vale destacar que Rogério atua no mercado financeiro há 26 anos, é especialista em Bolsa e apresentador do quadro de análise técnica “De Olho no Gráfico”, no YouTube do Seu Dinheiro. O programa traz oportunidades da bolsa, dicas de proteção e o racional por trás da alta e da queda de ações

Mas o que justifica as chances de alta de 200% para MGLU3? E como se proteger de possíveis quedas?

Vamos por partes, começando pelo racional por trás da queda expressiva em 2021. 

Em vídeo exclusivo para o YouTube do Seu Dinheiro (disponível neste link), Rogério Araújo explica que MGLU3 bateu um “ponto de fundo” em novembro de 2020. Isto é, bateu uma baixa num movimento de queda que antecede uma alta (como mostra a imagem abaixo).

Essa situação ajudava as ações do Magalu (MGLU3) a manterem um suporte de preço na ocasião. Acontece, porém, que essa condição foi rompida, levando o papel a uma tendência de baixa:

“Neste ponto, caberia ao investidor trabalhar com opções de proteção de patrimônio como os PUTS, opções de venda. Esse mecanismo ajudaria o investidor a proteger a carteira para ganhar dinheiro (ou evitar perdê-lo) em condições de queda”, explica Rogério Araújo.

Com essa filosofia de investimento, Rogério explica no vídeo disponível neste link que ainda há uma tendência de queda para as ações do Magazine Luiza. Mas aí está o pulo do gato: MGLU3 vem fazendo fundos inferiores aos da crise da pandemia em 2020, que desmoronou o mercado acionário, sem que os fundamentos da companhia se perdessem.

“[Esse cenário abre] uma oportunidade de o papel voltar a subir. Há um potencial de MGLU3 voltar até metade do seu caminho [de queda], indo a R$ 18, o que equivale a um lucro de 200%”, afirma o especialista, considerando um prazo de dois anos. 

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Vale destacar que há entre os players do mercado quase um consenso de que as ações do Magazine Luiza vão se recuperar. O Goldman Sachs recomenda a compra, com preço-alvo de R$ 22 do médio ao longo prazo. Já o BTG Pactual enxerga o papel a R$ 16, o que equivale a uma alta de 166%. 

Confira a análise gráfica COMPLETA de Rogério Araújo no vídeo abaixo que ele preparou para você:

Mas para investir em MGLU3, há uma condição…

Rogério destaca que, embora a ação esteja atrativa na sua visão, ele recomenda investir estando comprado numa opção de venda de pelo menos dois meses para frente.

“Isso garante que, se o papel continuar caindo, eu não vou perder dinheiro ao travar minha chances de perda. Há um potencial de captar um lucro, desde que esteja nessas condições. Você vai pagar um pouquinho de seguro [ao estar comprado na opção de venda], mas estará protegido [de eventuais mudanças de cenário]’, afirma.

Isso é importante na medida em que ninguém tem bola de cristal - e todo investimento, seja ele bom ou ruim, tem riscos. Uma piora no cenário macroeconômico, eventuais mudanças no alto escalão da companhia, aquisições mal-sucedidas ou aumento da concorrência podem jogar as ações para baixo.

A carteira de ações que sobe 125% em 2021 enquanto o Ibovespa derrete

No mercado desde 1994, Rogério Araújo tem um histórico atrativo de ganhos. Só em 2021, enquanto muito investidor está fechando o ano frustrado com a Bolsa, sua carteira de ações acumula ganhos de 124,96%, sendo:

  • 85,45% de rentabilidade em ações protegidas (80% da carteira)
  • 312% de lucro em day trade (4% da carteira)
  • 403% de ganho com operações estruturadas com opções (16% da carteira)

Com esse histórico de sucesso, Rogério Araújo estreia no Seu Dinheiro o quadro “De Olho no Gráfico” para ajudar você, investidor, a ter bons insights de investimentos, formas de se proteger em cenários de queda e outras dicas importantes.

Por isso, o convite: confira o primeiro vídeo dele no nosso canal do YouTube abaixo e se inscreva lá para receber os próximos conteúdos que ele está preparando para você de graça:

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