Bilionário Michael Bloomberg desiste de campanha e anuncia apoio a Joe Biden
Bloomberg disse que está saindo da corrida à Casa Branca pela mesma razão que entrou: derrotar Donald Trump

Michael Bloomberg, executivo bilionário e dono do grupo de mídia que leva seu nome, desistiu oficialmente de concorrer à presidência dos Estados Unidos, segundo comunicado no site oficial de sua campanha. Bloomberg também anunciou apoio a Joe Biden, ex-vice-presidente do governo Barack Obama, na disputa contra o atual presidente norte-americano, Donald Trump.
"Conheço Joe há muito tempo. Sei da sua decência, sua honestidade e seu compromisso com questões que são muito importantes para o nosso país — incluindo segurança de armas, saúde, mudança climática e bons empregos", disse Bloomberg, no comunicado divulgado nesta quarta-feira.
Bloomberg disse que está saindo da corrida à Casa Branca pela mesma razão que entrou: derrotar Trump. "É claro para mim que continuar [na disputa] faria a conquista desse objetivo mais difícil", disse ele.
Nono homem mais rico do mundo, Bloomberg agradeceu norte-americanos que nele votaram e também à dedicação de sua equipe. Em campanha há 3 meses, ele tinha conseguido apoio de 44 delegados de estado, bem atrás dos líderes Biden (399) e Sanders (322).
O resultado da chamada "Super Terça", que teve prévias democratas em 14 estados, ajuda o mercado a respirar um pouco nesta quarta-feira. Biden, visto como candidato mais amigável ao mercado, assumiu a liderança na disputa contra Sanders pela nomeação do partido. O Ibovespa opera em leve alta, de 0,1%, por volta das 13:00. Confira nossa cobertura completa de mercados.
Do cafézinho ao bilhão
Nascido em Massachusetts em 14 de fevereiro de 1942, em uma família de classe média, Bloomberg estudou engenharia mecânica na Universidade Johns Hopkins. Seus estudos foram pagos com crédito universitário viabilizados pelo trabalho de Bloomberg como atendente em um estacionamento.
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Depois de se formar, fez MBA na Universidade de Harvard e foi contratado por um banco de investimentos de Wall Street, o Salomon Brothers, em 1966. Lá, subiu a escada corporativa rapidamente, virando sócio.
Quando a Salomon foi vendida, em 1981, foi demitido e usou os US$ 10 milhões que havia recebido na rescisão contratual para investir em negócio próprio — a futura Bloomberg LP. A empresa, uma das maiores de comunicação do mundo, é mais conhecida por oferecer conteúdo e ferramentas para o mercado financeiro.
Quando começou, a companhia se chamava Innovative Market Systems e funcionava em um escritório de uma sala. Rebatizada com seu sobrenome, hoje tem cerca de 20 mil funcionários em 120 países e receita anual de US$ 10 bilhões. O império é praticamente todo dele. Ou melhor: exatamente 88% da companhia.
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