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Caio Nascimento

Caio Nascimento

É repórter do Seu Dinheiro. Jornalista formado pela Universidade de São Paulo (USP) e com passagens pelo Estadão e Jornal da USP.

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Onde investir na crise: ‘tecnologia vai ditar o novo ciclo de valorização das empresas da Bolsa’

Mudanças no padrão de consumo causadas pela pandemia do coronavírus apontam para ações que podem multiplicar lucros do investidor no 2º semestre de 2020

Caio Nascimento
Caio Nascimento
18 de julho de 2020
9:00 - atualizado às 13:32
tecnologia
Pechincha ou bolha financeira? O mercado deve ficar atento às ações de tecnologia na B3 - Imagem: Shutterstock

Todo mundo sabe que um negócio precisa inovar para crescer, mas esse clichê ganhou um significado especial com a pandemia do coronavírus. Neste segundo semestre de 2020, as mudanças geradas pela crise podem tornar possíveis ganhos exponenciais na Bolsa a partir de investimentos em microcaps (empresas com valor de mercado de até R$ 5 bilhões) que estão melhorando seus recursos tecnológicos. 

O economista e analista da Empiricus, Max Bohm, explica que esse fenômeno é um dos pilares que estão impulsionando uma nova ‘mega onda’ de valorização dessas companhias. Isso porque muitas delas estão com uma boa solidez de receitas e custos para acelerar investimentos, incluindo no setor de inovação, com a atual retomada econômica.

“Elas estão com dinheiro em caixa e podem perfeitamente comprar concorrentes menores ou em dificuldades, aumentando sua participação no mercado”, explica.

Nesse cenário, o que chama a atenção é que algumas delas - que costumam reinvestir o lucro para crescer - estão apostando com firmeza nas mudanças do padrão de consumo gerada pela pandemia, como o avanço do e-commerce. Isso demanda sólidos investimentos em tecnologia e traz mais segurança para o investidor preocupado com o futuro de seus ativos. 

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Já vou explicar como... mas antes precisamos olhar para os cenários parecidos com o de agora:

Da crise de 2009 até 2012, a microcap de aluguel de carros Localiza teve uma valorização de 455,9%. A companhia havia começado a apostar em service desk para agilizar o atendimento ao usuário, gadgets com GPS e outros serviços com foco no usuário. 

As ações da empresa de software Totvs, por sua vez, subiram 488,7% no período, com investimentos em diversificação de clientes, internacionalização e a compra da Gens Tecnologia por R$ 17,8 milhões.

Nesse mesmo intervalo de tempo, enquanto as 40 blue chips (empresas grandes da Bolsa)  que mais se valorizaram subiram, em média, 130%, as 40 microcaps com maior taxa de crescimento se valorizaram em 645%.

Em 2016, com a crise política e econômica do governo Dilma, o cenário se repetiu: a valorização média das microcaps foi de 733% até 2019, com multiplicações de até 27 vezes para algumas ações.

Agora, com a crise da covid-19, tudo indica que não será diferente. Bohm está de olho nas companhias com potencial de repetir essas altas e já está fazendo suas recomendações para os assinantes de sua série Microcap Alert. “Algo muito parecido deve acontecer”, avalia.

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A análise de Bohm parte de exemplos práticos. Dono de uma carteira de ações do nicho com alta performance, ele acumulou ganhos seis vezes maiores que o do Ibovespa desde quando fundou a carteira, em 2014, com rendimentos superiores ano após ano. 

O retorno médio acumulado por sua seleção de ações foi de 692% até 2019. Ou seja, se você tivesse aplicado R$ 500 há seis anos, teria hoje quase R$ 4 mil em mãos.

Mas por que o cenário de alta pode se repetir?

Primeiramente, é importante observar que nem todas as microcaps serão as campeãs no futuro, mas as com potencial de surfar na nova mega onda são as que:

  • possuem um Go-to-market digital acelerado (e-commerce, novas plataformas e integração entre elas);
  • têm capacidade de acelerar investimentos em mídia digital, em especial a mídia de resposta direta e performance;
  • estão aumentando a captação de dados dos consumidores de forma direta ou em parceria;
  • planejam plataformas pensadas no cliente, a partir da contínua melhoria da experiência do usuário;

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Além desses investimentos em tecnologia, as ações com maiores chances de vencerem na retomada econômica também devem cumprir outros dois requisitos: 

  1. ser uma microcap em ponto de preço de liquidação, algo proporcionado pelo impacto da crise;
  2. ser uma empresa sólida na sua estrutura de receitas e custos para sobreviver e obter vantagens duradouras;

Dito isso, companhias com essas qualidades respondem a um fenômeno recorrente da Bolsa em períodos pós-queda. Quando entramos num novo ciclo de alta da B3, como o de agora, o fluxo de dinheiro atinge as empresas em duas ondas.

A primeira vem nas ações mais líquidas de empresas grandes, as chamadas blue chips, com potencial de crescimento mais limitado. “Seu preço sobe, e elas ficam relativamente mais caras. É quando os gestores vão atrás de novas oportunidades, menos óbvias”, explica Bohm.

Depois vem a segunda onda, que “chega muito maior, fazendo as empresas pequenas, se valorizarem muito mais que as grandes”, completa. 

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Sorte e especulação não são bem-vindas aqui

Alguns ativos do passado se tornaram verdadeiros baldes de ouro, sem sequer imaginarmos que isso aconteceria. Quem comprou R$ 2 mil de ações da Raia Drogasil em 2003, por exemplo, teria hoje um patrimônio de R$ 1,8 milhão.

Mas como não temos bola de cristal para saber qual será a próxima Drogasil, o mais importante para surfar nessa onda de ganhos prevista para o segundo semestre de 2020 é diversificar sua carteira para diminuir riscos e aumentar as chances de ganhar dinheiro.

Para isso, Max Bohm está disponibilizando gratuitamente, a sua série Microcap Alert por sete dias na Empiricus, com a carteira completa de 18 ações para você aproveitar a  Mega onda que pode estar a caminho. Cerca de 20 mil assinantes já estão com essa lista em mãos.

Após o período, se você perceber que essa não é a sua estratégia, pode solicitar seu dinheiro de volta. Se quiser continuar, a série Microcap Alert oferecerá para você ao longo de um ano:

  • Carteira de Microcaps para surfar a MegaOnda;
  • Publicações semanais;
  • Podcasts;
  • Plantões de Dúvidas ao vivo;
  • Lives com os CEOs;

Tudo isso por 12x de R$ 190. E aí, vai perder a oportunidade? Para destravar sua vaga gratuita de sete dias, basta clicar aqui.

“Tenho convicção de que se você acessar minha lista e colocar uma pequena parte do seu dinheiro nela, pode transformar a crise atual numa grande oportunidade que pouca gente está vendo”, destaca o analista.

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Abraços!

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