Magazine Luiza tem prejuízo líquido de R$ 64,5 milhões no 2º tri, melhor que as expectativas do mercado
Analistas antecipavam perda de R$ 127,7 milhões no período. Com crescimento recorde, e-commerce respondeu por 78,5% das vendas totais do Magalu, atingindo R$ 6,7 bilhões

O Magazine Luiza registrou prejuízo líquido de R$ 64,5 milhões no segundo trimestre de 2020, revertendo o lucro de R$ 386,6 milhões visto no mesmo trimestre do ano anterior.
O balanço da varejista foi divulgado nesta segunda-feira (17). O resultado foi melhor do que o esperado pelo mercado, que antecipava uma perda de R$ 127,7 milhões no período.
A receita líquida aferida de abril a junho foi de R$ 5,5 bilhões, alta de 29,3% na comparação anual. O dado veio levemente acima das expectativas do mercado, que apostava em receita de R$ 5,16 bilhões.
Enquanto isso, o Ebitda no segundo trimestre foi de R$ 143,7 milhões, tombo de 62,2% na mesma base de comparação.
As vendas totais foram de R$ 8,56 bilhões no período, alta de 49,1% em relação ao segundo trimestre de 2019, embaladas pelo resultado histórico do e-commerce.
Crescimento acelerado
As vendas do e-commerce subiram 181,9% no período, atingindo R$ 6,7 bilhões e 78,5% das vendas totais. Foi o maior crescimento do e-commerce em um único trimestre na história do Magazine Luiza, disse a empresa.
Leia Também
As vendas do e-commerce representaram no segundo trimestre do ano mais do que as receitas do on-line e das lojas físicas do mesmo trimestre de 2019.
No e-commerce tradicional, as vendas evoluíram 171,5% e o marketplace contribuiu com vendas adicionais de R$ 1,8 bilhão, crescendo 214,2%, diz o Magazine Luiza.
Enquanto isso, houve queda de 45,1% nas vendas de lojas físicas, que ficaram temporariamente fechadas em função da pandemia do novo coronavírus e que foram reabertas de forma gradual durante o trimestre. Segundo o balanço, 36% das lojas ficaram abertas no trimestre.
Na comparação com o mesmo período do ano anterior, o mês de julho foi promissor, disse a varejista. As vendas totais cresceram 82% — o e-commerce avançou 162%, incluindo aí as vendas da Netshoes na base de comparação, e as lojas físicas, 10%.
Caixa
A geração de caixa operacional do Magalu foi de R$ 2,2 bilhões no período. A companhia fortaleceu sua posição de caixa líquido em R$ 5 bilhões em um ano, fechando junho em R$ 5,8 bilhões, comparado aos R$ 788 milhões do mesmo mês de 2019.
A geração de caixa, os investimentos e aquisições realizados e a oferta subsequente de ações concluída em novembro justificam o número.
A empresa encerrou o trimestre com uma posição total de caixa de R$ 7,5 bilhões, considerando caixa e aplicações financeiras de R$ 3,0 bilhões, mais R$ 4,5 bilhões em recebíveis de cartão de crédito.
Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3) perdem juntas R$ 26 bilhões em valor de mercado e a culpa é de Trump
Enquanto a petroleira sofreu com a forte desvalorização do petróleo no mercado internacional, a mineradora sentiu os efeitos da queda dos preços do minério de ferro
Embraer (EMBR3) tem começo de ano lento, mas analistas seguem animados com a ação em 2025 — mesmo com as tarifas de Trump
A fabricante de aeronaves entregou 30 aviões no primeiro trimestre de 2025. O resultado foi 20% superior ao registrado no mesmo período do ano passado
Oportunidades em meio ao caos: XP revela 6 ações brasileiras para lucrar com as novas tarifas de Trump
A recomendação para a carteira é aumentar o foco em empresas com produção nos EUA, com proteção contra a inflação e exportadoras; veja os papéis escolhidos pelos analistas
Itaú (ITUB4), de novo: ação é a mais recomendada para abril — e leva a Itaúsa (ITSA4) junto; veja outras queridinhas dos analistas
Ação do Itaú levou quatro recomendações entre as 12 corretoras consultadas pelo Seu Dinheiro; veja o ranking completo
Rodolfo Amstalden: Nos tempos modernos, existe ERP (prêmio de risco) de qualidade no Brasil?
As ações domésticas pagam um prêmio suficiente para remunerar o risco adicional em relação à renda fixa?
Onde investir em abril? As melhores opções em ações, dividendos, FIIs e BDRs para este mês
No novo episódio do Onde Investir, analistas da Empiricus Research compartilham recomendações de olho nos resultados da temporada de balanços e no cenário internacional
Minoritários da Tupy (TUPY3), gestores Charles River e Organon indicam Mauro Cunha para o conselho após polêmica troca de CEO
Insatisfeitos com a substituição do comando da metalúrgica, acionistas indicam nome para substituir conselheiro independente que votou a favor da saída do atual CEO, Fernando Rizzo
Cogna (COGN3) mostra ao investidor que terminou o dever de casa, retoma dividendos e passa a operar sem guidance
Em meio à pandemia, em 2020, empresa anunciou guidances audaciosos para 2024 – que o mercado não comprou muito bem. Agora, chegam os resultados
Assembleia do GPA (PCAR3) ganha apoio de peso e ações sobem 25%: Casino e Iabrudi sinalizam que também querem mudanças no conselho
Juntos, os acionistas somam quase 30% de participação no grupo e são importantes para aprovar ou recusar as propostas feitas pelo fundo controlado por Tanure
Michael Klein eleva posição acionária na Casas Bahia (BHIA3) e dá mais um passo para retornar ao conselho da varejista
Segundo o comunicado, o aumento da posição acionária tem como objetivo viabilizar o envolvimento de Michael Klein na gestão da Casas Bahia (BHIA3)
Lucro do Banco Master, alvo de compra do BRB, dobra e passa de R$ 1 bilhão em 2024
O banco de Daniel Vorcaro divulgou os resultados após o término do prazo oficial para a apresentação de balanços e em meio a um negócio polêmico com o BRB
Tupy (TUPY3): Troca polêmica de CEO teve voto contrário de dois conselheiros; entenda o imbróglio
Minoritários criticaram a troca de comando na metalúrgica, e o mercado reagiu mal à sucessão; ata da reunião do Conselho divulgada ontem mostra divergência de votos entre os conselheiros
Vale (VALE3) garante R$ 1 bilhão em acordo de joint venture na Aliança Energia e aumenta expectativa de dividendos polpudos
Com a transação, a mineradora receberá cerca de US$ 1 bilhão e terá 30% da nova empresa, enquanto a GIP ficará com 70%
Trump preocupa mais do que fiscal no Brasil: Rodolfo Amstalden, sócio da Empiricus, escolhe suas ações vitoriosas em meio aos riscos
No episódio do podcast Touros e Ursos desta semana, o sócio-fundador da Empiricus, Rodolfo Amstalden, fala sobre a alta surpreendente do Ibovespa no primeiro trimestre e quais são os riscos que podem frear a bolsa brasileira
Shopee quer bater de frente com Mercado Livre e Amazon no Brasil — mas BTG faz alerta
O banco destaca a mudança na estratégia da Shopee que pode ser um alerta para as rivais — mas deixa claro: não será nada fácil
Michael Klein de volta ao conselho da Casas Bahia (BHIA3): Empresário quer assumir o comando do colegiado da varejista; ações sobem forte na B3
Além de sua volta ao conselho, Klein também propõe a destituição de dois membros atuais do colegiado da varejista
Ex-CEO da Americanas (AMER3) na mira do MPF: Procuradoria denuncia 13 antigos executivos da varejista após fraude multibilionária
Miguel Gutierrez é descrito como o principal responsável pelo rombo na varejista, denunciado por crimes como insider trading, manipulação e organização criminosa
Mais valor ao acionista: Oncoclínicas (ONCO3) dispara quase 20% na B3 em meio a recompra de ações
O programa de aquisição de papéis ONCO3 foi anunciado dias após um balanço aquém das expectativas no quarto trimestre de 2024
Ainda dá para ganhar com as ações do Banco do Brasil (BBAS3) e BTG Pactual (BPAC11)? Não o suficiente para animar o JP Morgan
O banco norte-americano rebaixou a recomendação para os papéis BBAS3 e BPAC11, de “outperform” (equivalente à compra) para a atual classificação neutra
Casas Bahia (BHIA3) quer pílula de veneno para bloquear ofertas hostis de tomada de controle; ação quadruplica de valor em março
A varejista propôs uma alteração do estatuto para incluir disposições sobre uma poison pill dias após Rafael Ferri atingir uma participação de cerca de 5%