Itaú zera taxas de corretagem para investir em ETFs de sua gestora
A instituição informou que as taxas zeradas aplicam-se somente aos clientes que negociam exclusivamente via home broker ou aplicativo corretora do Itaú, nos segmentos agências, Uniclass e Personnalité

O Itaú Unibanco anunciou nesta quarta-feira (2) que extinguiu as taxas de corretagem sobre movimentações em ETFs (Exchange Traded Funds, fundos de índices, na tradução livre) geridos pela sua gestora.
A medida, embora divulgada hoje, vigora desde 24 de agosto, disse o banco, em nota.
A instituição informou que as taxas zeradas aplicam-se somente aos clientes que negociam exclusivamente via home broker ou aplicativo corretora do Itaú, nos segmentos agências, Uniclass e Personnalité.
Enquanto isso, clientes do Private e atendidos pela mesa de atendimento e assessores terão as taxas mantidas, diz o Itaú.
O Itaú possui 12 produtos no portfólio de fundos de índice, sendo nove de renda variável e três de renda fixa.
O investimento possibilita, inclusive, acessar uma "cesta" de ativos no exterior por meio de um único veículo de alocação.
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Os ETFs são fundos de investimento com cotas negociadas em bolsa. Deste modo, funcionam como ações. Tais fundos replicam o comportamento de um índice de referência, seja de renda variável (como o Ibovespa) ou de renda fixa.
O diretor de produtos de investimentos e previdência do Itaú, Claudio Sanches, disse que a decisão é uma em meio a uma série de outras medidas para "democratizar os investimentos" adotadas pelo banco. O Itaú também zerou taxa com aplicações no Tesouro Direto e FIIs (fundos de investimentos imobiliários).
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