Apple, Amazon e Tesla estão entre as ações preferidas dos millennials; confira ranking
Empresa diz ter analisado 734 mil contas de investimento de americanos com idade média de 31 anos

As ações das gigantes Apple, Amazon e Tesla estão entre as preferidas dos investidores americanos millennials, segundo um relatório divulgado pela Apex Clearing, empresa especializada em gerenciamento digital de patrimônio.
A Apex Clearing diz ter analisado 734 mil contas de investimento de americanos com idade média de 31 anos - e concluiu, com base nos dados obtidos referentes ao ano de 2019, quais sãos foram as ações mais compradas por essa parcela de investidores. As informações estão no documento "Q4 Millennial 100". Confira a lista:
1. Apple
Segundo o relatório da Apex Clearing, para cada dólar que os millennials investem no mercado de ações americano, 13 centavos é aplicado em ações da Apple - é a maior proporção entre as empresas analisadas.
A Apple registrou, no último balanço disponível, do terceiro trimestre, lucro líquido de US$ 13,7 bilhões - queda de 3,1%. Mas o lucro por ação subiu de US$ 2,94 para US$ 3,03. Em 2019, os papéis da companhia passaram por uma valorização de cerca de 100%.
2. Amazon
A gigante fundada pelo bilionário Jeff Bezos, o homem mais rico do mundo, é o destino de 11 centavos para cada dólar investido na bolsa americana pelos mais jovens.
Os papéis da Amazon - empresa que no ano passado avançou em território brasileiro com o lançamento do serviço Prime - passaram por uma leve valorização nos últimos 12 meses - nada comparado ao desempenho dos papéis da Apple: a alta foi de 10,82%.
Leia Também
3. Tesla
Para cada dólar investido pelos millennials, seis centavos da moeda americana foi aplicado em ações da Tesla em 2019. A montadora tem um desempenho cheio de altos e baixos, com as constantes promessas do fundador Elon Musk - também protagonista de cenas no mínimo controversas.
Em novembro passado, o bilionário apresentou o "Cybertruck", veículo com vidro, em tese, inquebrável - mas que foi aos pedaços após um funcionário da Tesla atirar uma bola de metal contra a janela do motorista, a pedido de Musk.
Apesar do aparente fiasco, quem investiu nas ações da Tesla em janeiro de 2019, viu retornos de 90%. No terceiro trimestre - o balanço mais recente da companhia - o lucro foi acima do esperado pelo mercado, a US$ 1,86 por ação.
4. Facebook
Quatro centavos de dólar para cada US$ 1 investido pelos millennials é feito nas ações do Facebook, companhia que passou por um 2019 sob escrutínio de reguladores nos Estados Unidos e Europa.
Parte da polêmica ocorre por conta do anúncio da Libra, a criptomoeda do Facebook. Os planos da empresa geraram desconfiança das autoridades, que questionam os efeitos que a moeda digital poderia trazer à economia global.
Mas quando visto num período de 12 meses, no mercado acionário, a empresa - embora possa ter reagido negativamente a uma ou outra notícia - não teve perdas. Os ganhos dos papéis são da ordem de 46%.
5. Microsoft
As ações da Microsoft correspondem a 3,7% para cada dólar investido pelos millennials nos EUA.
A companhia passa por um bom momento - em especial pelo desempenho do setor de computação em nuvem. Destaque também, nos últimos balanços, para a divisão de produtividade e processos corporativos.
O resultado do desempenho pode ser visto no mercado acionário: as ações apresentam alta de 54% nos últimos meses. Quem investiu no papel em janeiro de 2019, sendo jovem ou não, se deu bem.
A lista elaborada pela Apex Clearing segue esta sequência, após Microsoft:
- Berkshire Hathaway
- Wal Disney Netflix
- Advanced Micro Devices
- Alibaba
- NVIDIA
- Alphabet (GOOG)
- Alphabet (GOOGL)
- AT&T
- Visa
- Bank of America
- Boeing
- General Electric
- Shopify Costco
Os bilionários de 2025 no Brasil e no mundo — confira quem subiu e quem caiu na lista da Forbes
Lista de bilionários bate recorde, reunindo 3.000 nomes que, juntos, somam US$ 16,1 trilhões, com Musk, Zuckerberg e Bezos liderando o ranking
Shopee quer bater de frente com Mercado Livre e Amazon no Brasil — mas BTG faz alerta
O banco destaca a mudança na estratégia da Shopee que pode ser um alerta para as rivais — mas deixa claro: não será nada fácil
Tony Volpon: Buy the dip
Já que o pessimismo virou o consenso, vou aqui argumentar por que de fato uma recessão é ainda improvável (com uma importante qualificação final)
Esporte radical na bolsa: Ibovespa sobe em dia de IPCA-15, relatório do Banco Central e coletiva de Galípolo
Galípolo concederá entrevista coletiva no fim da manhã, depois da apresentação do Relatório de Política Monetária do BC
‘Ruptura’: como sucesso da série pode salvar Apple TV+ de perda anual de US$ 1 bilhão
Sucesso de audiência e de crítica, a série trouxe novos assinantes para a plataforma, que tem menos de 1% do mercado de streaming atualmente
Ato falho relevante: Ibovespa tenta manter tom positivo em meio a incertezas com tarifas ‘recíprocas’ de Trump
Na véspera, teor da ata do Copom animou os investidores brasileiros, que fizeram a bolsa subir e o dólar cair
Restaurante futurista da Tesla começa a ganhar forma em Los Angeles; as polêmicas sobre ele também
Em meio a fase amarga da Tesla, incursão de marca de Elon Musk em ramo de restaurantes segue firme – mas não livre de polêmicas
Cuidado com a cabeça: Ibovespa tenta recuperação enquanto investidores repercutem ata do Copom
Ibovespa caiu 0,77% na segunda-feira, mas acumula alta de quase 7% no que vai de março diante das perspectivas para os juros
BYD acelera em 2024 e supera Tesla em receita, em mais uma notícia ruim para Elon Musk
Montadora chinesa divulgou receita de US$ 107 bilhões no ano passado, contra US$ 97 bilhões da americana
Eles perderam a fofura? Ibovespa luta contra agenda movimentada para continuar renovando as máximas do ano
Ata do Copom, balanços e prévia da inflação disputam espaço com números sobre a economia dos EUA nos próximos dias
Tesla lida com boicotes, queda nas vendas e crise de marca — a culpa é de Donald Trump?
Relação do CEO com a Casa Branca tem causado insatisfação entre alguns clientes
Contradições na bolsa: Ibovespa busca reação em dia de indicadores de atividade no Brasil e nos EUA
Investidores também reagem ao andamento da temporada de balanços, com destaque para o resultado da Casas Bahia
Computação na nuvem pode gerar lucro de até US$ 1,2 trilhão para as empresas nos próximos anos — ETF do setor entra no radar do BTG Pactual
Apesar de o segmento estar crescendo, não são todos os ETFs que brilham na bolsa, mas há um fundo que chamou a atenção do banco de investimentos
As Sete Magníficas viraram as Sete Malévolas: Goldman Sachs corta projeções para a bolsa dos EUA
O banco reduziu as previsões para o S&P 500, o índice mais amplo da bolsa de Nova York, citando preocupações com o grupo formado por Amazon, Alphabet, Apple, Meta, Microsoft, Nvidia e Tesla
Elon Musk está mais “pobre” por causa de Trump: fortuna encolhe em US$ 29 bilhões em 24h com derrocada das ações da Tesla
As ações da fabricante de carros elétricos despencaram 15% na segunda-feira (10), mas o presidente norte-americano já achou uma solução para ajudar o bilionário: comprar um Tesla novinho
Hegemonia em disputa: Ibovespa tenta manter bom momento em semana de IPCA, dados de emprego nos EUA e balanços
Temporada de balanços volta a ganhar fôlego enquanto bolsas têm novo horário de funcionamento, inclusive no Brasil
Fim da linha para a Tesla? Fabricante de carros elétricos de Elon Musk tem a maior sequência de perdas em 15 anos
Desde que os papéis atingiram o pico de quase US$ 480 em 17 de dezembro, a empresa perdeu bem mais de US$ 800 bilhões em valor de mercado
Sem WhatsApp no iPhone: confira as versões do IOS que vão deixar de rodar o app a partir de maio
Não são só os aparelhos fabricados pela Apple que deixarão de rodar o aplicativo de troca de mensagem em breve: os donos de dispositivos com sistema Android também serão afetados
Governo brasileiro mira big techs e prepara taxação para subsidiar internet no país
O objetivo, segundo o governo, é que os recursos sejam usados para subsidiar o acesso à internet pelas pessoas carentes
A “desova” continua: Warren Buffett despeja mais ações do BofA no mercado — mas sua fatia nesta big tech permanece intacta
O conglomerado de Omaha reduziu sua fatia no banco americano para 8,9% no quarto trimestre, vendendo 117,5 milhões de ações