Saída de dólar supera entrada em US$ 15,818 bilhões no ano até dia 31 de julho, diz BC
O fluxo cambial total do ano até 31 de julho foi negativo em US$ 15,818 bilhões, informou nesta quarta-feira, 5, o Banco Central. No mesmo período de 2019, o resultado havia sido negativo em US$ 2,209 bilhões

O fluxo cambial total do ano até 31 de julho foi negativo em US$ 15,818 bilhões, informou nesta quarta-feira, 5, o Banco Central. No mesmo período de 2019, o resultado havia sido negativo em US$ 2,209 bilhões.
O resultado do ano está diretamente ligado aos efeitos da pandemia de covid-19 sobre a economia. Em meio à crise, investidores aceleraram em março e abril o envio de dólares a outros países, em movimento de busca por segurança.
Em maio, porém, houve fluxo de entrada líquida de recursos no País. Nos meses de junho e julho, houve nova saída líquida.
No ano até 31 de julho, a saída líquida de dólares pelo canal financeiro foi de US$ 43,164 bilhões. Este resultado é fruto de aportes no valor de US$ 296,728 bilhões e de envios no total de US$ 339,892 bilhões. O segmento reúne investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações.
No comércio exterior, o saldo acumulado ficou positivo em US$ 27,346 bilhões, com importações de US$ 91,184 bilhões e exportações de US$ 118,530 bilhões. Nas exportações estão incluídos US$ 16,873 bilhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 42,645 bilhões em Pagamento Antecipado (PA) e US$ 59,012 bilhões em outras entradas.
Julho
Depois de registrar saídas líquidas de US$ 2,885 bilhões em junho, o País fechou julho com fluxo cambial negativo ainda maior, de US$ 3,282 bilhões, informou o Banco Central.
Leia Também
Ibovespa acumula queda de mais de 3% em meio à guerra comercial de Trump; veja as ações que escaparam da derrocada da bolsa
As únicas ações que se salvaram do banho de sangue no Ibovespa hoje — e o que está por trás disso
No canal financeiro, houve saída líquida de US$ 5,020 bilhões em julho, resultado de aportes no valor de US$ 33,261 bilhões e de retiradas no total de US$ 38,281 bilhões.
No comércio exterior, o saldo ficou positivo em US$ 1,739 bilhão, com importações de US$ 12,910 bilhões e exportações de US$ 14,648 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 1,418 bilhão em ACC, US$ 4,612 bilhões em PA e US$ 8,618 bilhões em outras entradas.
Semana
O fluxo cambial da semana passada (de 27 a 31 de julho) ficou positivo em US$ 908 milhões, informou o Banco Central.
O canal financeiro registrou na semana passada saída líquida de US$ 211 milhões pelo canal financeiro. Isso foi resultado de aportes no valor de US$ 7,237 bilhões e de envios no total de US$ 7,448 bilhões.
No comércio exterior, o saldo ficou positivo em US$ 1,119 bilhão no período, com importações de US$ 3,807 bilhões e exportações de US$ 4,926 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 404 milhões em ACC, US$ 1,923 bilhão em PA e US$ 2,599 bilhões em outras entradas.
Obrigado, Trump! Dólar vai à mínima e cai a R$ 5,59 após tarifaço e com recessão dos EUA no horizonte
A moeda norte-americana perdeu força no mundo inteiro nesta quinta-feira (3) à medida que os investidores recalculam rotas após Dia da Libertação
O Dia depois da Libertação: bolsas globais reagem em queda generalizada às tarifas de Trump; nos EUA, Apple tomba mais de 9%
O Dia depois da Libertação não parece estar indo como Trump imaginou: Wall Street reage em queda forte e Ibovespa tem leve alta
Trump Day: Mesmo com Brasil ‘poupado’ na guerra comercial, Ibovespa fica a reboque em sangria das bolsas internacionais
Mercados internacionais reagem em forte queda ao tarifaço amplo, geral e irrestrito imposto por Trump aos parceiros comerciais dos EUA
Efeito Trump? Dólar fica em segundo plano e investidores buscam outras moedas para investir; euro e libra são preferência
Pessimismo em relação à moeda norte-americana toma conta do mercado à medida que as tarifas de Trump se tornam realidade
Dólar dispara com novas ameaças comerciais de Trump: veja como buscar lucros de até dólar +10% ao ano nesse cenário
O tarifaço promovido por Donald Trump, presidente dos EUA, levou o dólar a R$ 5,76 na última semana – mas há como buscar lucros nesse cenário; veja como
Tarifaço de Trump aciona modo cautela e faz do ouro um dos melhores investimentos de março; IFIX e Ibovespa fecham o pódio
Mudanças nos Estados Unidos também impulsionam a renda variável brasileira, com estrangeiros voltando a olhar para os mercados emergentes em meio às incertezas na terra do Tio Sam
Vale tudo na bolsa? Ibovespa chega ao último pregão de março com forte valorização no mês, mas de olho na guerra comercial de Trump
O presidente dos Estados Unidos pretende anunciar na quarta-feira a imposição do que chama de tarifas “recíprocas”
Dólar atinge o menor patamar desde novembro de 2024: veja como buscar lucros com a oscilação da moeda
A recente queda do dólar pode abrir oportunidades estratégicas para investidores atentos; descubra uma forma inteligente de expor seu capital neste momento
Sem sinal de leniência: Copom de Galípolo mantém tom duro na ata, anima a bolsa e enfraquece o dólar
Copom reitera compromisso com a convergência da inflação para a meta e adverte que os juros podem ficar mais altos por mais tempo
Juros nas alturas têm data para acabar, prevê economista-chefe do BMG. O que esperar do fim do ciclo de alta da Selic?
Para Flávio Serrano, o Banco Central deve absorver informações que gerarão confiança em relação à desaceleração da atividade, que deve resultar em um arrefecimento da inflação nos próximos meses
Mercado Livre (MELI34) recebe o selo de compra da XP: anúncios e Mercado Pago são as alavancas de valor
Analistas esperam valorização da ação e indicam que o valuation no curto prazo aponta para um preço 40% abaixo da média histórica de 3 anos
Ibovespa acima de 130 mil pela primeira vez em 3 meses: o que dá fôlego para a bolsa subir — e não é Nova York
Além de dados locais, o principal índice da bolsa brasileira recebeu uma forcinha externa; o dólar operou em queda no mercado à vista
Bolsa em disparada: Ibovespa avança 2,64%, dólar cai a R$ 5,7433 e Wall Street se recupera — tudo graças à China
Governo chinês incentiva consumo e uso do cartão de crédito, elevando expectativas por novos estímulos e impulsionando o mercado por aqui
Nem Trump para o Ibovespa: índice descola de Nova York e sobe 1,43% com a ajuda de “quarteto fantástico”
Na Europa, a maioria da bolsas fechou em baixa depois que o presidente norte-americano disse que pode impor tarifas de 200% sobre bebidas alcoólicas da UE — as fabricantes de vinho e champagne da região recuaram forte nesta quinta-feira (13)
Contradições na bolsa: Ibovespa busca reação em dia de indicadores de atividade no Brasil e nos EUA
Investidores também reagem ao andamento da temporada de balanços, com destaque para o resultado da Casas Bahia
Stablecoins ocupam o espaço de dólar digital nos EUA — regulação avança no Senado e impulsiona modernização financeira
Comitê Bancário do Senado norte-americano vota regulação das stablecoins nesta quinta-feira (13), enquanto Brasil busca avançar com moedas digitais no Brics
Decisão polêmica: Ibovespa busca recuperação depois de temor de recessão nos EUA derrubar bolsas ao redor do mundo
Temores de uma recessão nos EUA provocaram uma forte queda em Wall Street e lançaram o dólar de volta à faixa de R$ 5,85
Investidores, preparem-se: bolsa brasileira em novo horário — e tudo o que você precisa saber sobre os mercados e o dólar
O horário de verão nos Estados Unidos e no Canadá altera o funcionamento das negociações aqui e lá a partir desta segunda-feira (10); o Seu Dinheiro detalha as mudanças e também faz um resumo da semana mais curta nos mercados por conta do Carnaval
Haddad solta o verbo: dólar, PIB, Gleisi, Trump e até Argentina — nada escapou ao ministro da Fazenda
Ele participou na noite de sexta-feira (7) do podcast Flow e comentou sobre diversos assuntos caros ao governo; o Seu Dinheiro separou os principais pontos para você
Quando você é o técnico: Ibovespa busca motivos para subir em dia decisão de juros do BCE
Além do BCE, os investidores seguem de olho nas consequências da guerra comercial de Donald Trump