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Jasmine Olga

Jasmine Olga

É repórter do Seu Dinheiro. Formada em jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA-USP), já passou pelo Centro de Cidadania Fiscal (CCiF) e o setor de comunicação da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

Esquenta dos mercados

Bolsas chinesas se estabilizam e mercado tenta consolidar recuperação

Exterior positivo pode influenciar o Ibovespa, enquanto investidores locais aguardam novos dados da atividade doméstica e decisão do Copom

Jasmine Olga
Jasmine Olga
4 de fevereiro de 2020
7:54 - atualizado às 8:11
dua setas indicam o movimento de alta e o de queda dos mercados e da bolsa
Imagem: Shutterstock

A diminuição do ritmo de contaminação do coronavírus e a atuação do governo chinês para estancar a sangria do mercado financeiro local parecem surtir efeito. Com a pressão aliviada, os mercados começam a terça-feira revertendo as perdas dos últimos dias.

O número de infectados pelo coronavírus segue crescendo, mas aparentemente em um ritmo inferior ao apresentado nas últimas semans. São mais de 20 mnil casos registrados e mais de 420 mortes.

Recuperação

Em processo de recuperação das grandes perdas do dia anterior, as bolsas asiáticas fecharam em alta generalizada no começo da manhã.

O governo chinês, que já havia feito uma grande operação de US$ 173 bilhões no dia anterior, injetou mais US$ 71,2 bilhões no sistema bancário para manter a líquidez.

O alívio reflete também no velho continente, que inicia o dia de negociações no azul.

Em Nova York, o dia, que começa com os índices futuros no azul, deve ser pautado mais uma vez pela divulgação dos balanços corporativos do 4º trimestre e a expectativa pelo discurso de Donald Trump no Estado da União.

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Indo em frente

Enquanto as bolsas asiáticas ainda patinam, o clima em Wall Street é de alívio. Ontem, as bolsas subiram em bloco em Nova York. O clima positivo no exterior ajudou o Ibovespa, que fechou com alta de 0,76%, aos 114.629,21 pontos.

O dólar também teve um dia de trégua e caiu 0,84%, indo a R$ 4,2492.

A Eletrobras foi um dos destaques do dia. A estatal reduziu suas perdas após ser citada como uma das prioridades do governo em documento enviado ao Congresso pelo presidente Jair Bolsonaro.

TOP 10

A lista, entregue ao Congresso pelo presidente Jair Bolsonaro, traz ainda outras 9 prioridades do governo.

Segundo o documento, a reforma tributária, pacote de Guedes e reforma administrativa são os principais objetivos do governo. A refoma administrativa não foi citada.

O Fundeb, prisão após segunda instância, novo marco legal do Saneamento, energia solar, medidas provisórias, mudanças na escolha de ministro do STF e o novo marco legal das PPPs completam a lista.

A véspera

Amanhã é dia de decisão no Brasil. O Copom decide se irá manter a Selic no patamar atual ou renovar o piso histórico.

A maior parte das instituições prevê um novo corte, com a taxa básico indo a 4,25%.

Antes da decisão, um novo dado pode influenciar a decisão. Hoje, às 9h, sai o resultado da produção industrial de dezembro. A expectativa é que mais uma vez o número frustre a visão de retomada da economia, mas o número pode ser lido de uma forma positiva se demonstrar um recuo menos acentuado da produção.

Problemas técnicos

O Partido Democrata deu oficialmente a largada ao processo de escolha de seu candidato. O estado de Iowa recebeu ontem a primeira etapa do processo, mas o resultado ainda não é conhecido.

Aparentemente o atraso na divulgação dos resultados se deve a um problema com um aplicativo de celular. O partido Democrata de Iowa descartou que a inconsistência do resultado tenha sido originado por hackers ou invasão.

Agenda

No Brasil, hoje é dia de conhecer os números das vendas de veículos da Fenabrave (11h). Nos Estados Unidos, serão divulgados as encomendas Á indústria em dezembro (12h) e condições empresariais em Nova York.

No calendário de balanços o dia ainda reserva a divulgação da BP, ConocoPhillips, Disney e Ford.

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