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Victor Aguiar

Victor Aguiar

Jornalista formado pela Faculdade Cásper Líbero e com MBA em Informações Econômico-Financeiras e Mercado de Capitais pelo Instituto Educacional BM&FBovespa. Trabalhou nas principais redações de economia do país, como Bloomberg, Agência Estado/Broadcast e Valor Econômico. Em 2020, foi eleito pela Jornalistas & Cia como um dos 10 profissionais de imprensa mais admirados no segmento de economia, negócios e finanças.

Tensão no exterior

Surto de coronavírus na Itália gera pânico nos mercados e faz bolsas globais despencarem

A aversão ao risco tomou conta dos mercados globais nesta segunda-feira, em resposta ao aumento súbito de casos do coronavírus na Europa. Os índices acionários dos EUA caíram mais de 3% e as praças do velho continente despencaram; o dólar se fortalece em escala mundial

Victor Aguiar
Victor Aguiar
24 de fevereiro de 2020
8:21 - atualizado às 18:46
Selo Mercados AGORA Ibovespa dólar
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Os mercados brasileiros ficaram fechados nesta segunda-feira (24), por causa do Carnaval. Mas, no exterior, tivemos um dia normal — e, lá fora, a sessão foi caótica, por causa da tensão generalizada com o coronavírus.

Os casos da doença deram um salto ao longo do fim de semana, com destaque para o surgimento de um novo epicentro: a Itália, que já registra sete mortes e mais de 200 pessoas infectadas. No mundo todo, já são mais de 2,6 mil óbitos e quase 80 mil contaminados.

O surto na Itália gera um princípio de pânico no velho continente — em Veneza, as tradicionais festas de carnaval foram canceladas, como maneira de conter a disseminação do vírus. E, em meio às incertezas, a Áustria suspendeu as conexões via trem com o país vizinho.

Na Ásia, as preocupações em relação ao coronavírus também estão elevadas, em meio à percepção de que a doença começa a ganhar força para além das fronteiras da China. Na Coreia do Sul, por exemplo, já são oito mortos e outros 833 casos confirmados; no Japão, há um óbito e 159 pessoas infectadas; em Taiwan, há outro falecimento e 30 contaminados.

Outro país que também teve um pico nos casos da doença foi o Irã: ao longo do fim de semana, 12 pessoas morreram e outros 61 casos foram constatados — o que eleva o medo quanto a um quadro de pandemia no mundo.

E, considerando esse cenário de incertezas, o VIX, que é conhecido como 'índice do medo', terminou o dia com alta de 46,55%, cotado em 25,03 pontos.

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As bolsas americanas também tiveram reação negativa. O Dow Jones caiu 3,56% e anulou os ganhos obtidos neste ano; S&P 500 recuou 3,35% e o Nasdaq apresentou perdas de 3,71%; o dólar se valorizava em escala global, tanto em relação às divisas fortes quanto as de países emergentes.

E, por mais que a bolsa brasileira estivesse fechada hoje, os ativos do país não passaram imunes à forte aversão ao risco. O EWZ, principal ETF de ações brasileiras negociado em Nova York, despencou 4,99% no pregão de hoje.

Os recibos de ações (ADRs) de companhias brasileiras acompanharam o clima de tensão e também caíram forte, o que tende a trazer pressão aos papéis da B3 na quarta-feira (26), quando as negociações voltam a funcionar por aqui:

No front do mercado de commodities, a cautela também dá as cartas: o petróleo Brent para abril terminou em queda de 3,76% e o WTI recuou 3,65%; por outro lado, o principal ETF lastreado em ouro (GLD) — ativo que se fortalece em momentos de incerteza — fechou o pregão com alta de 0,90%, cotado em US$ 156,09.

Onda vermelha

O clima de forte cautela e apreensão com a Itália provocou perdas massivas às bolsas da Europa, que despencaram de 3% nesta segunda-feira. Veja abaixo um resumo das principais praças do continente nesta segunda-feira:

  • Alemanha (DAX): -3,98%
  • Reino Unido (FTSE 1000): -3,33%
  • França (CAC 40): -3,94%
  • Holanda (AEX): -3,89%
  • Itália (FTSE MIB): -5,43%
  • Espanha (IBEX 35): -4,00%.

A sessão asiática também foi bastante negativa. Na Coreia do Sul, o índice Kospi caiu 3,87% e, em Hong Kong, o Hang Seng fechou em baixa de 1,79%. Os mercados da China e de Taiwan encerraram no vermelho e completaram o quadro de maior aversão ao risco no mundo.

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