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Marina Gazzoni

Marina Gazzoni

Diretora-Executiva do Seu Dinheiro e Money Times. Tem 20 anos de experiência em gestão, edição e reportagem de projetos de conteúdo de Economia, passando por Empiricus Research, G1/Globo, Folha, Estadão e IG. Tem MBA em Informação Econômico-Financeira e Mercado de Capitais e MBA em Marketing Digital. É planejadora financeira CFP® e mestranda na FGV (Inovação Corporativa).

BALANÇO DA B3

Quem ganhou mais com a alta da bolsa no 1º trimestre? A B3, ou seja, a própria bolsa

B3 aumentou em 24% sua receita com aumento do volume de operações no mercado e viu seu lucro engordar 64% no primeiro trimestre, para R$ 736 milhões.

Marina Gazzoni
Marina Gazzoni
9 de maio de 2019
18:53 - atualizado às 19:30
Sede da B3 em São Paulo
Sede da B3 em São Paulo - Imagem: Shutterstock

Sabe qual foi a empresa que mais ganhou com a alta das ações no início do ano no Brasil? Não estou falando de valor de mercado, mas sim de dinheiro na conta. Quem viu sua receita e lucro engordar com o aumento do volume de operações no mercado financeiro foi a B3, a bolsa de valores brasileira. A companhia elevou sua receita para R$ 1,53 bilhão no primeiro trimestre do ano, um aumento de 24% em relação ao mesmo período do ano passado. O lucro recorrente veio na esteira desse resultado: R$  736 milhões, um crescimento de 64%.

Os analistas já esperavam um bom desempenho da B3 no primeiro trimestre. A média das projeções reunidas pela Bloomberg apontava para um lucro recorrente de R$ 705 milhões.

A B3 foi uma das cerca de 20 grandes empresas que divulgaram seus resultados financeiros do primeiro trimestre nesta quinta-feira (9). Veja como foram os resultados de Azul, Suzano, Telefônica e outras empresas.

O grande propulsor do resultado foi o crescimento de 48,5% no volume negociado no mercado à vista de ações e de 125,7% nas negociações de contratos futuros de índices do mercado de capitais.

"No caso do mercado à vista, essa alta reflete tanto a valorização de 12,3% da capitalização de mercado quanto o maior giro de mercado, que atingiu 104,1% no 1T19. No caso dos contratos futuros, o desempenho é explicado pelo crescimento da negociação da versão Mini desses contratos, notadamente por investidores pessoas físicas e de alta frequência (High Frequency Traders- HFT)", disse a B3 em relatório de resultados.

A companhia também se beneficiou do aumento do número de investidores no pregão brasileiro. O resultado da empresa foi divulgado no mesmo dia em que a B3 anunciou que o número de investidores em renda variável atingiu 1 milhão no Brasil.

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"Também vale ressaltar o crescimento de 43,6% no número de investidores ativos nesse mercado, evidenciando o aumento do interesse em diversificação de investimentos em um cenário de taxa de juros baixa", disse a B3 no relatório de desempenho trimestral.

Cada vez que o investidor compra ações ele paga emolumentos à B3 referentes a negociação e liquidação dos ativos. No caso das pessoas físicas, o valor é de 0,031532% do total de negociado. A bolsa também cobra uma taxa de custódia das corretoras. Como mais gente operou no mercado no primeiro trimestre e os volumes foram maiores, a bolsa ganhou mais com taxas. E ainda: ela ganha com a valorização das ações, já que suas taxas são cobradas sobre os valores negociados. Então quanto mais altos eles forem, melhor para ela.

Veja quanto a B3 ganhou em cada segmento no 1º trimestre:

  • Ações e instrumentos de renda variável: R$ 630 milhões, alta de 39% no período
  • Juros, moedas e mercadorias: R$ 325, 3 milhões, alta de 17,4% no período
  • Infraestrutura para financiamento: R$ 152,1 milhões, alta de 31,5%
  • Tecnologia, dados e serviços: R$ 183,9 milhões, alta de 13,4%

 

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