Investidor de debêntures da Rumo vai receber juros de 4,50% ao ano mais IPCA, isento de IR
Empresa de logística controlada pela Cosan capta R$ 600 milhões com debêntures de infraestrutura, que possuem benefício fiscal para pessoas físicas

O investidor que fez seu pedido de reserva na oferta de debêntures de infraestrutura da Rumo Logística, fechada na semana passada, vai receber um rendimento de 4,50% ao ano, mais a variação da inflação medida pelo IPCA.
A taxa ficou abaixo do teto proposto pela companhia, que podia chegar a IPCA mais 5,05% ao ano (ou o equivalente à remuneração do Tesouro IPCA com vencimento em 2030 mais 0,50% ao ano).
Em outro sinal de que a demanda dos investidores pelas debêntures foi grande, a empresa de ferrovias controlada pela Cosan captou R$ 600 milhões com a emissão. O valor ficou acima dos R$ 500 milhões pretendidos inicialmente pela companhia.
A Rumo pretende usar os recursos no investimento em infraestrutura de sua malha sul. Trata-se de um trecho de 7.223 quilômetros de via férrea que passa pelos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
A emissão foi enquadrada na lei que concedeu isenção fiscal para pessoas físicas e estrangeiros no investimento em debêntures usadas para financiar obras de infraestrutura.
As debêntures da Rumo têm prazo de vencimento de dez anos. Isso significa que, durante esse período, você só poderá sair do investimento se conseguir vender os títulos para outro investidor no chamado mercado secundário. Para aumentar a liquidez dos papéis, o Santander foi contratado para fazer o trabalho de formador de mercado.
Leia Também
A oferta da Rumo recebeu classificação de risco "AA+", a segunda melhor na escala nacional da agência Standard & Poor’s (S&P). Isso significa que o risco de a empresa dar calote nos investidores é baixo, pelos critérios da agência.
A emissão foi coordenada por BTG Pactual, Santander, Bradesco BBI, BB - Banco de Investimento, XP Investimentos e Itaú BBA.
Mata-mata ou pontos corridos? Ibovespa busca nova alta em dia de PIB, medidas de Lula, payroll e Powell
Em meio às idas e vindas da guerra comercial de Donald Trump, PIB fechado de 2024 é o destaque entre os indicadores de hoje
Estas duas empresas brasileiras podem lucrar com a guerra comercial entre EUA e China — e este bancão recomenda comprar as ações
Na avaliação do Santander, outras empresas do mesmo setor podem se beneficiar indiretamente com a troca de tarifas entre Trump e Xi Jinping
Debêntures da Equatorial se destacam entre as recomendações de renda fixa para investir em março; veja a lista completa
BB e XP recomendaram ainda debêntures isentas de IR, CRAs, títulos públicos e CDBs para investir no mês
A culpa é da Selic: seca de IPOs na B3 deve persistir em 2025, diz Anbima
Enquanto o mercado brasileiro segue sem nenhuma sinalização de retomada dos IPOs, algumas empresas locais devem tentar a sorte lá fora
Tesouro Direto e títulos isentos de IR: Itaú BBA recomenda renda fixa para fevereiro, e retorno líquido chega a 8,50% a.a. + IPCA
Banco recomenda pós-fixados e indexados à inflação, mas vê oportunidade até mesmo em prefixados com prazos até três anos
O desconto na bolsa que poucos falam: fundos isentos de infraestrutura (FI-Infra) negociam com desconto de até 43% na B3
De 21 FI-Infras na bolsa que aplicam em títulos de crédito, como debêntures, nada menos que 19 operam com cotas abaixo do valor patrimonial, segundo levantamento da Empiricus
Ultrapar (UGPA3) pretende investir até R$ 2,5 bilhões em 2025 – e a maior parte deve ir ‘lá para o posto Ipiranga’
Plano apresentado pela Ultrapar (UGPA3) prevê investimentos de até R$ 2,542 bilhões este ano, com 60% do valor destinados à expansão do grupo
O raio-x da Moody’s para quem investe em empresas brasileiras: quais devem sofrer o maior e o menor impacto dos juros altos
Aumento da Selic, inflação persistente e depreciação cambial devem pressionar a rentabilidade das companhias nacionais em diferentes graus, segundo a agência de classificação de risco
Onde investir na renda fixa em fevereiro? Veja títulos isentos de IR e opções no exterior, de emissores como Vale, Eletrobras e até BNDES
Banco do Brasil, BTG e XP indicam debêntures incentivadas, CRIs, CRAs, LCDs, LCAs, bonds e outros títulos de renda fixa para o mês
Em mais uma etapa da reestruturação financeira, Azul (AZUL4) aprova aumento de capital em até R$ 6,1 bilhões – mercado reage e ação cai
Conselho de administração da Azul aprova aumento de capital da companhia em até R$ 6,1 bilhões; ação fica entre maiores quedas do Ibovespa nesta manhã (5)
O que esperar da safra de balanços do 4T24? BTG traça previsões para Azul (AZUL4), Gol (GOLL4), Embraer (EMBR3) e Weg (WEGE3)
A previsão do mercado é de resultados mistos entre os setores de transportes e bens de capital — resta saber quais serão as estrelas da temporada
Weg (WEGE3) é a queridinha, mas Localiza (RENT3) exige cautela: as apostas dos gestores no setor de transporte e bens de capital em 2025
Gestores de fundos ouvidos pelo BTG Pactual se mostram pessimistas com o setor neste ano e preferem focar em ações de multinacionais e grandes exportadoras, com foco no curto prazo
Em meio à seca de IPOs na bolsa, renda fixa foi campeã em emissões em ano recorde de captação pelas empresas
Segundo dados divulgados pela Anbima, empresas captaram R$ 783,4 bilhões e 2024, sendo R$ 709 bilhões advindos de instrumentos como debêntures e FIDCs
Onde investir 2025: o ano da renda fixa? Onde estão as oportunidades (e os riscos) no Tesouro Direto e no crédito privado com a Selic em alta
Com risco fiscal elevado e cenário externo desfavorável, 2025 exige conservadorismo e proteção contra a inflação; saiba quais títulos públicos e privados comprar
BTG Pactual recomenda renda fixa isenta de IR com retornos próximos a 10% + IPCA para janeiro; confira as indicações
Banco fez duas trocas nas suas recomendações de crédito privado incentivado para começar o ano
Futebol, ditados populares e a bolsa: Ata do Fed e dados de emprego nos EUA testam fôlego do Ibovespa e alívio no dólar
Comentários de Haddad na GloboNews ajudaram a sustentar segunda alta seguida do Ibovespa e queda do dólar
Vale a pena investir na Rumo (RAIL3) em 2025? BTG revela o que esperar das ações — e os principais riscos à empresa de Rubens Ometto
Na visão dos analistas, a empresa é a melhor pedida no setor de infraestrutura atualmente — mas há riscos no radar; entenda o que está em jogo neste ano
Onde investir na renda fixa em janeiro? Com Selic em alta, BB-BI recomenda títulos isentos de IR e prioriza emissores de menor risco
Seleção do BB Investimentos contempla ativos de emissores ‘com fundamentos financeiros robustos e histórico consistente de geração de caixa’
Magazine Luiza (MGLU3) alonga vencimento de dívidas para evitar pressão ainda maior das taxas de juros, mas ações caem na B3 hoje
O Magalu ampliou o prazo das dívidas de debêntures no valor de R$ 2 bilhões, agora com vencimento em 2028; entenda o que muda para os debenturistas
Os melhores investimentos de 2024: bitcoin é bicampeão, enquanto lanterna fica com Ibovespa e títulos do Tesouro Direto; veja o ranking
Sem rali de Natal, Ibovespa tomba cerca de 10% no ano e retorna ao patamar dos 120 mil pontos; dólar sobe quase 30% no período, fechando na faixa dos R$ 6,20. Veja o balanço completo dos investimentos em 2024