Projeção para alta do PIB em 2019 cai pela 20ª semana seguida, para 0,81%
Os economistas do mercado financeiro alteraram também a previsão para o IPCA – o índice oficial de preços – em 2019, de 3,80% para 3,82%.

O boletim Focus divulgado nesta segunda-feira, 15, estima um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2019 de 0,81%, abaixo da previsão da semana passada, de 0,82%. Essa é a 20ª queda seguida na publicação do Banco Central que reúne estimativas de economistas toda semana. Para 2020, a projeção passou de 2,20% para 2,10%.
No final de maio, o IBGE confirmou contração do PIB em 0,2% nos três primeiros meses de 2019 na comparação com o último trimestre do ano passado. A última queda do indicador havia ocorrido no quarto trimestre de 2016 e tinha sido de 0,6%. Em valores correntes, o principal indicador da economia brasileira totalizou R$ 1,714 trilhão.
Os economistas do mercado financeiro mantiveram suas projeções para a Selic (a taxa básica de juros) no fim de 2019. O Relatório de Mercado Focus trouxe nesta segunda-feira, 15, que a mediana das previsões para a Selic em 2019 seguiu em 5,50% ao ano. Já a projeção para a Selic no fim de 2020 permaneceu em 6% ao ano.
No dia 19 de junho, o Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou a manutenção, pela décima vez consecutiva, da Selic em 6,50% ao ano. Há, no mercado, a expectativa de que a taxa básica de juros seja reduzida após a aprovação da reforma da Previdência.
Os economistas do mercado financeiro alteraram também a previsão para o IPCA - o índice oficial de preços - em 2019 e 2020. Para o Focus, a mediana para o IPCA este ano passou de 3,80 para 3,82%. A projeção para o índice em 2020 passou para 3,90%, ante 3,91%.
O relatório Focus trouxe ainda a projeção para o IPCA em 2021, que seguiu em 3,75%. No caso de 2022, a expectativa também permaneceu em 3,75%.
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O relatório também mostra manutenção no cenário para a moeda norte-americana em 2019. A mediana das expectativas para o câmbio no fim deste ano seguiu em R$ 3,80, valor igual ao visto um mês atrás. Já para o próximo ano, a projeção para o câmbio permaneceu em R$ 3,80, número também igual ao verificado quatro pesquisas atrás.
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