Eletrobras quer ficar menos endividada: presidente diz que vai submeter processo de venda de 47 SPEss
Segundo Wilson Ferreira, o processo deve ser submetido ao conselho e anunciado entre abril e maio

Em evento para investidores do Bradesco BBI, o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira, disse hoje (3) que vai submeter o processo de venda de 47 Sociedades de Propósito Específico (SPEs) entre abril e maio deste ano. "Aperfeiçoamos a forma de como esses ativos serão ofertados e vamos submeter ao conselho, mas ainda não há um calendário para venda", destacou Ferreira.
Na prática, o ato de vender as SPEs, ou seja, participações que a Eletrobras possui nesse tipo de sociedade é uma das maneiras que a empresa tem para reduzir o seu endividamento, tornar-se mais eficiente e até mesmo mais rentável. Logo, junto com a venda de distribuidoras, a iniciativa pode ajudar a equilibrar o caixa da companhia.
Mas nem tudo são flores. Em uma das tentativas que a empresa fez de vender participações de SPEs em setembro do ano passado, o leilão frustrou um pouco as expectativas da gigante.
Na ocasião, a companhia conseguiu fazer a venda de apenas 11 dos 18 lotes ofertados. Com isso, ela arrecadou cerca de R$ 1,296 bilhão em vez dos R$ 3,1 bilhões que estavam previstos inicialmente.
Capitalização é o foco
O presidente voltou a destacar que o processo de capitalização é uma solução para a empresa e para o consumidor e que ela seria mais importante do que a privatização.
Ferreira disse que os principais argumentos de defesa seriam o fato de que ela teria maior capacidade de gerar resultados, além do que a capitalização poderia ajudar a eliminar a bandeira tarifária.
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"Eu acredito que é uma forma mais fácil de trazer a empresa para o mercado de capitais sem abrir mão de algumas coisas. Se capitalizarmos a Eletrobras, continuaremos a ter uma participação relevante na empresa e ainda vamos vender ações na bolsa a valores bem maiores", disse ele.
E ao que tudo indica, o governo também parece mais favorável à capitalização. Segundo o secretário de energia elétrica do Ministério de Minas e Energia, Ricardo Cyrino, que também estava no painel, "a inclinaçao é para a capitalização, mas isso ainda não foi decidido. O governo tem suas prioridades, mas imagino que a linha da modernização seja um ponto importante".
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