Credit Suisse eleva ações da BR Distribuidora para “outperform” e sobe preço-alvo de Cosan e Ultrapar
Privatização da BR é um dos fatores que impulsionou o otimismo do banco para as ações da companhia

Olho nas oportunidades! O Credit Suisse elevou nesta quarta-feira, 13, a sua recomendação para os papéis da BR Distribuidora para "outperform", ou seja, um desempenho acima da média do mercado.
O relatório divulgado pelo banco também uma alta no preço-alvo para a companhia, de R$ 24/ação para R$ 34/ação, o que representa um potencial de alta de 33% ante o fechamento de ontem, de R$ 25,32. De acordo com o Credit, a mudança teve como base dois cenários: um com a privatização da empresa e outro com ela permanecendo como está.
"Nós acreditamos que a Petrobras alienará partes adicionais da BR e, potencialmente, irá ceder sua posição de controle", Credit Suisse.
Para a instituição, caso a BR seja privatizada, o risco da empresa será mitigado e a ela tenderá a ter melhores custos e mais eficiência.
Mas vale lembrar que nem tudo na BR Distribuidora depende da privatização. O Credit reduziu, por exemplo, a estimativa de margem Ebitda do grupo para R$ 70/m3 em 2019, o que ainda representaria um valor da empresa em relação ao Ebitda (EV/Ebitda) de 9,5 vezes em 2019, contra 10 vezes para a Ultrapar, por exemplo.
"Entretanto, no cenário de privatização a companhia chegaria a um EV/Ebitda de 6,6 vezes em 2020 (após aprimoramentos serem concluídos). Nós agora também esperamos melhoras no fluxo de caixa para os próximos dois anos diante dos recebíveis da Eletrobras, levando para um rendimento de fluxo de caixa livre ao acionista (FCFE) de 8%, que provavelmente se tornará um rendimento de dividendos", conclui o relatório.
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Cosan e Ultrapar também surfam
O Credit Suisse também revisou o preço-alvo dos papéis da Cosan ON, de R$ 45 para R$ 50 por ação, com potencial de valorização de 17,53% ante o fechamento de ontem (de R$ 42,54).
Já o preço-alvo para a Ultrapar ON subiu de R$ 39/ação para R$ 48/ação, com potencial de queda de 10,6% ante o fechamento de ontem, de R$ 53,69/ação.
Ambas as mudanças levaram em conta o menor custo de capital e atualizações nos modelos do banco.
*Com Estadão Conteúdo.
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