O melhor e o pior investimento
Apesar de todo o papo sobre ser uma “bolha”, o bitcoin é até agora o melhor investimento do ano, com alta de 53%

Eu não sou nem um pouco supersticioso, mas eu tenho algumas boas histórias na vida com o número 6, que acho um tanto curiosas.
Minha pontuação para entrar na faculdade foi 66,6, e terminei meu curso na mesma faculdade com nota média de 6,3.
Além disso, foi na casa dos 600 dólares que fiz o meu primeiro grande aporte em bitcoin e, na casa dos 6 mil dólares, o mais recente grande aporte, no fim do ano.
E, como você deve imaginar, naquele momento, em setembro de 2018, eu acreditava que tínhamos chegado a um mercado flat e que uma volta da cripto estava bem próxima.
Fui pego no contrapé e vi essa grana chegar aos 3 mil dólares. Foi dolorido, mas o meu dinheiro estava exatamente onde minha boca estava.
O “skin in the game” é como a meritocracia, um belo conceito, mas vivê-lo tem suas dores.
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E agora, com a volta parcial do bitcoin, alguns já começam a falar do tema como donos da verdade, sempre chamando esse mercado de bolha, fraude e até de veneno de rato.
Por isso peço para esses que falam do tema com propriedade que ponham o “skin in the game” em prática.
A CME está aberta em horário de mercado para os “bears” entrarem em uma ponta vendida e realmente provarem que acreditam que isso tudo é uma bolha.
Enquanto isso, até o momento, o bitcoin é o melhor investimento do ano, com alta de 53 por cento — mais rentável que petróleo, ações de tech e real estate norte-americano.
“Mas em janelas curtas qualquer um é campeão de rentabilidade.”
Verdade. Então me mostre uma janela de cinco ou dez anos em que o bitcoin não foi um dos melhores ou o melhor investimento do mercado.
De março de 2013 até março de 2018, tivemos mais de 6 mil por cento de rentabilidade.
Agora, coloque qualquer investimento ao lado disso e veja o poder que o bitcoin tem em um portfólio diversificado.
É exatamente essa narrativa que os fundos de investimento começam a comprar em relação ao mercado cripto. Além disso, os dados de baixíssima correlação com o mercado tradicional também atraem qualquer gestor de portfólio.
Aos poucos, o mercado vai descobrindo o bitcoin como investimento e também como instrumento de finanças descentralizadas.
A Abra (carteira de cripto) já permite que, através do bitcoin, os seus usuários consigam se expor ao risco de ações do mercado norte-americano.
Com o mínimo de 5 dólares já é possível se posicionar long (comprado) em ações da Google, Amazon, Alibaba e muitas outras.
Apesar de essa funcionalidade do app ser muito revolucionária, ainda é só uma das primeiras coisas que as criptos nos permitem. Trata-se de uma inovação tal qual o e-mail no começo da internet: muito útil naquele momento, mas, nos dias de hoje, algo banal.
Quanto à minha história com o número 6: acredito que o ponto alto dos próximos dias será esse flerte com os 6 mil dólares.
Ultrapassando essa marca, acho que uma data também importante é o 6 de junho (6/6), apenas pela numerologia envolvida. Nada mais.
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