Candidato opositor na Argentina critica acordo Mercosul-UE e chama Bolsonaro de racista e misógino
De acordo com o candidato kirchnerista, acordo firmado entre os dois blocos nunca existiu; ele voltou a dizer que Macri é quem coloca o País em virtual default

Vencedor das primárias de domingo na Argentina, o candidato kirchnerista Alberto Fernández criticou, em entrevista na noite desta segunda-feira, 13, o acordo entre o Mercosul e a União Europeia.
De acordo com ele, o acordo firmado entre os dois blocos nunca existiu. "As pautas iniciais são desvantajosas à Argentina", afirmou ao programa Coreia do Centro, do canal argentino NET TV.
Fernández também criticou o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, mas disse que vai respeitá-lo "institucionalmente", caso saia vencedor da corrida presidencial. "Celebro que ele fale mal de mim. É um racista, misógino, violento", afirmou.
A fala foi uma resposta ao que disse Bolsanaro ontem: que a região sul do Brasil pode ter uma onda migratória similar à de Roraima caso Fernández, que tem a ex-presidente Cristina Kirchner como vice, fosse eleito. Ele disse, contudo, ter um pedido a Bolsonaro: "que deixe Lula Livre".
'Não quero a Argentina em default'
Fernández voltou a dizer que o presidente da Argentina, Mauricio Macri, é quem coloca o país em virtual default - pois os bônus argentinos já são negociados sob a administração dele "a um preço de país em default".
A chapa encabeçada por Macri, que tenta a reeleição, ficou em segundo lugar nas primárias, com 32%. Fernández teve 47% dos votos. "Eu não quero a Argentina em default. Não quero de modo qualquer. Custa muito cair em default", disse.
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Para Fernández, a forma de evitar um calote da dívida soberana é colocar a economia em marcha. Ele criticou a subida recente dos juros para conter a desvalorização do peso. "Não quero que a Argentina funcione a uma taxa de juros de 70%."
*Com imprensa internacional e Estadão Conteúdo
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