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Bruna Furlani

Bruna Furlani

Jornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB). Fez curso de jornalismo econômico oferecido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Tem passagem pelas editorias de economia, política e negócios de veículos como O Estado de S.Paulo, SBT e Correio Braziliense.

De olho nas projeções

FedEx despenca na bolsa de Nova York e a Amazon é uma das culpadas

Para o CEO da companhia, entre as razões citadas para a redução nas perspectivas da empresa estão o acirramento das tensões comerciais, o temor de uma desaceleração no cenário macroeconômico global e as incertezas políticas

Bruna Furlani
Bruna Furlani
18 de setembro de 2019
15:53 - atualizado às 16:04
FedEx Tom Hanks

Os papéis da FedEx (FDX), empresa de entregas, amanheceram a quarta-feira (18) ainda "digerindo" o corte de projeções de lucro para o próximo ano. Em comunicado feito ontem (17) ao mercado, a companhia revisou as perspectivas da empresa.

A FedEx agora espera que a receita fique em US$ 17,05 bilhões, ante os US$ 17,06 bilhões esperados pelos analistas ouvidos pelo site Business Insider. Já no quesito lucro ajustado, a companhia acredita que o indicador deve cair para US$ 3,05, sendo que os analistas esperavam um lucro por ação de US$ 3,15.

Outro ponto é que o guidance do lucro por ação deste ano deve ficar entre US$ 11 e US$ 13. O problema é que os especialistas ouvidos pelo site estavam um pouco mais otimistas e esperavam que o valor ficasse em US$ 14,73.

E logicamente, a notícia não soou nada bem para os ouvidos dos investidores. Se ontem os papéis da companhia terminaram o pregão com queda de 11%, hoje (18) as ações acentuaram as perdas. Por volta das 14h23 desta quarta-feira (18), os papéis da FedEx apresentavam contração de 13,62%, cotados em US$ 149,69.

As razões

Entre os motivos citados para a redução estão o acirramento das tensões comerciais, o temor de uma desaceleração no cenário macroeconômico global e as incertezas políticas, segundo o CEO, Frederick Smith.

Outra razão citada pela companhia foi a questão da Amazon. No documento, a companhia destacou que teve uma "grande perda de um grande consumidor". A razão é porque antes a Amazon utilizava os serviços da FedEx para as entregas on-line.

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Mas, nos últimos anos, a gigante do setor de logística virou um grande competidor da FedEx. Tudo começou quando a Amazon investiu cada vez mais em criar a sua própria rede de distribuição.

Em agosto deste ano, por exemplo, a FedEx disse que iria parar de fazer as entregas por terra da Amazon. O motivo? Segundo a companhia, apenas 1,3% da receita da FedEx em 2018 tinha vindo da gigante da logística.

Reação do mercado

Diante das revisões, alguns dos principais bancos do mundo reagiram aos números apresentados pela empresa. Segundo informações da Reuters, o JP Morgan foi o mais agressivo.

O banco reduziu o preço-alvo das ações da FedEx em US$ 22. Entre os motivos para tamanho corte está o fato de que o crescimento do negócio Express da FedEx, - sua maior unidade -, está sendo bastante impactada com atrasos na integração com a TNT Express, uma empresa holandesa de entregas adquirida em 2016.

O Credit Suisse, por sua vez, seguiu o exemplo do JP Morgan e também cortou o preço-alvo dos papéis. Os analistas do banco passaram o preço-alvo das ações de US$ 175 para US$ 168 dólares.

Na visão dos especialistas da instituição financeira, porém, os números quase não embutem riscos, já que há um potencial de aceleração no crescimento dos lucros no ano fiscal de 2021.

Mas as tensões comerciais entre Estados Unidos e China devem atrasar os planos de recuperação, pelo menos no curto prazo.

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