Vendas do varejo sobem após sequência de quedas
Em agosto, as vendas acumularam alta de 1,3% ante julho, segundo IBGE

As vendas no varejo tiveram alta de 1,3% de em agosto ante julho, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta quinta-feira, 11. No mês anterior, o índice teve queda de 0,1%.
Na comparação com o mesmo período do ano passado, houve alta de 4,1%. No acumulado dos 12 meses, houve avanço de 3,3%. Essa é a primeira alta após três quedas mensais seguidas e a maior desde junho de 2017, quando foi registrado avanço de 1,6% nas vendas.
Ao todo, as vendas cresceram em 24 dos 27 estados. Só ficaram de fora do fluxo os estados de Tocantins (-2%), Piauí (-0,5%) e Roraima, que apresentou estabilidade.
O resultado compensa, em grande parte, a queda dos últimos três meses, segundo a gerente da pesquisa, Isabella Nunes.
Veja a série histórica:
Leia Também
Quem puxou a alta?
Foram sete das oito atividades pesquisadas pelo IBGE que apresentaram crescimento. São elas:
- Tecidos, vestuários e calçados (5,6%)
- Combustíveis e lubrificantes (3%)
- Artigos de uso pessoal e doméstico (2,5%)
- Móveis e eletrodomésticos (2%)
- Artigos farmacêuticos, médicos e ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,9%)
- Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,7%)
- Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (0,6%)
Por outro lado, a venda de livros, jornais, revistas e papelarias continuou caindo (-2,5%), como já vem sendo registrado desde maio, acumulando uma perda de 9,7% no período.
*Com Estadão Conteúdo
*Conteúdo em atualização
Não se esqueça: Ibovespa tenta reação em dia de IPCA-15 e reunião ministerial para discutir inflação dos alimentos
IBGE divulga hoje a prévia da inflação de janeiro; em Brasília, Lula reúne ministros para discutir alta dos preços dos alimentos
Uma cartinha para Haddad e Tebet: a herança de Campos Neto para Galípolo com o IPCA de 2024 fora da meta
IPCA acumulado em 2024 fechou em 4,83%, abaixo do que se esperava, mas acima do teto da meta de inflação estipulada pelo CMN
4 pontos que ajudaram o PIB brasileiro a bombar (de novo) no terceiro trimestre, apesar da decepção com o agro
Crescimento do PIB do Brasil atingiu os 4% no terceiro trimestre de 2024, mas juros em alta tendem a provocar desaceleração em um futuro próximo
Nunca é tarde para diversificar: Ibovespa continua à espera de pacote em dia de revisão de PIB e PCE nos EUA
Haddad pretende começar hoje a apresentação do pacote fiscal do governo aos líderes do Congresso Nacional
Está mais caro comer fora ou em casa? Alimentação faz IPCA-15 estourar o teto da meta de inflação em novembro
Alimentação e bebidas representaram quase a metade da alta da inflação na passagem de outubro para novembro, de acordo com os números divulgados hoje pelo IBGE
Carne com tomate no forno elétrico: o que levou o IPCA estourar a meta de inflação às vésperas da saída de Campos Neto
Inflação acelera tanto na leitura mensal quanto no acumulado em 12 meses até outubro e mantém pressão sobre o BC por mais juros
Campos Neto tem razão? IPCA-15 encosta no teto e reforça apostas de que BC vai acelerar alta da Selic para conter inflação
IPCA-15 acelera em outubro e vai a 4,47% no acumulado em 12 meses; prévia da inflação foi puxada por alta dos gastos com habitação e alimentação
Quanto o brasileiro gasta com as bets? O IBGE vai descobrir em sua próxima pesquisa
Nova edição da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) realizada pelo IBGE vai medir o peso das bets nos gastos do brasileiro
A boa e a má notícia da inflação nas últimas semanas antes de Galípolo suceder Campos Neto à frente do Banco Central
IPCA saiu de deflação de 0,02% em agosto para uma inflação de 0,44% em setembro, ligeiramente abaixo das projeções dos analistas
Campos Neto não curtiu? Desemprego atinge o menor nível para agosto — mas parte dos economistas acha isso ‘ruim’
Além da queda da taxa de desemprego próxima de uma situação de pleno emprego, o rendimento real dos trabalhadores cresceu
Um rolê no parquinho da bolsa: Ibovespa tenta reduzir perda acumulada em setembro em dia de Pnad e Caged, além de PCE nos EUA
A dois pregões do fim do mês, Ibovespa acumula queda de 2,2% em setembro, mas ainda pode voltar para o alto da roda gigante
Brasil tem PIB Tim Maia no segundo trimestre (mais consumo, mais investimentos, ‘mais tudo’) — mas dá o argumento que faltava para Campos Neto subir os juros
PIB do Brasil cresceu 1,4% em relação ao primeiro trimestre com avanço em praticamente todas as áreas; na comparação anual, a alta foi de 3,3% e deve estimular revisão de projeções
Entre dragões de gelo e fogo: Ibovespa inicia semana de olho em dados de inflação e emprego e juras sobre juros
Indicadores de inflação e mercado de trabalho no Brasil e nos EUA ajudam investidores a calibrar perspectivas para os juros
A banca (quase) sempre ganha: Brasileiro perde 35% do que gasta nas bets
Dados sobre mercado brasileiro de apostas online constam de relatório do Itaú que tentava analisar impacto das bets sobre o varejo
Atividade aquecida: Produção de carros impulsiona indústria em julho — que registra melhor desempenho desde 2020
O crescimento de 4,1% do setor na passagem de maio para junho ficou bem acima da mediana das estimativas dos analistas
Inflação mais fraca em junho tira pressão do dólar e dos DIs, mas ainda não afeta projeções para Selic
IPCA mensal desacelerou de 0,46% para 0,21% na passagem de maio para junho; analistas esperavam inflação de 0,32%
Na véspera da divulgação do PIB do 1T24, mercado eleva projeções para a Selic e a inflação
Boletim Focus prevê que a taxa de juros feche 2024 em 10,25%; para IPCA, estimativa é de 3,88%.
Motoristas e entregadores de aplicativo ganham menos e trabalham mais, aponta Ipea
Entre 2012 e 2015, os motoristas tinham rendimento médio mensal de R$ 3.100. Em 2022, o valor auferido era inferior a R$ 2.400, uma queda de 22,5%
Desemprego atinge o nível mais baixo em quase dez anos; confira os detalhes do último levantamento do IBGE
Taxa de desemprego fechou o trimestre até dezembro de 2023 em 7,4%; taxa de subutilização também diminuiu
O IPCA-15 vazou! Agora o IBGE quer saber como — e por que — isso aconteceu
IPCA-15 de janeiro foi publicado cerca de uma hora antes do horário previsto em sistema interno e vazou para grupos de economistas